Arquivo paraDezembro 12, 2008

Gostinho de Férias

Oi people!

Pois é, talvez eu esteja sendo um pouquinho pretensiosa mas já estou sentindo gostinho de alívio. Minha última prova-stress foi hoje, estava precisando de uns bons pontinhos e agora só Deus sabe o que vai virar da minha nota. Maaaaas, posso me considerar 80% de férias. Que evolução desde o último post, hein?! Vou até arriscar voltar pra academia amanhã (minhas desculpas acabaram, agora tem que ir mesmo).

E antes que eu deixe passar, quero deixar um super parabéns pra duas pessoas, que por coincidência fazem 21 anos hoje (11/12). Um deles é o Jorge, um dos acompanhantes mais assíduos do meu blog e comentarista,  e que fez o favor de me lembrar no último comentário que fazia aniversário hj. Tá certinho, porque tem gente que faz aniversário e duas semanas depois avisa, com aquela cara de “ahhh, é que eu não faço questão que lembrem não”. Ah tá bom, pra cima de moi ??? Me diz uma pessoa que não gosta de ser lembrada. Não conheço nenhuma. E gente, coisa difícil é lembrar data de aniversário. Então, se vc é meu amigo, pode me avisar sem medo com antecedência.

Voltando ao motivo do assunto, o outro aniversariante é o Diego, do blog Recado do Céu, amigo meu já há alguns anos. Eu desejo de coração que Deus derrame o melhor Dele sobre vocês dois nesse novo ano. Fico muito feliz de ver vcs aqui no blog :)

E mudando de alhos pra bugalhos, já estou ensaiando há algum tempinho colocar uns vídos engraçados de gatos  aqui. Mas antes vou contar minha relação com esses bichanos interessantes.

Quando eu era mais nova eu morava em uma casa bem gostosa, com bastante área externa. Mas como nem tudo são flores, não muito tempo depois de mudar pra lá apareceram aquelas companhias indesejáveis: ratos. Em vez de veneno, fomos na cadeia alimentar. Arranjamos um casal de gatinhos amarelos: a Boonie e o Clyde. Pois é, não me pergunta porque a gente batizou eles com nomes de criminosos, mas fato é que eles eram muito fofos. O Clyde era mais gordinho, manso e desengonçado, e a Bonnie era mais esperta e arisca. Mas o Clyde não aguentou o tranco da vida e morreu filhote ainda. Aí já viu, foi aquele chorôrô. Mas a Bonnie continuou firme e forte, e acabamos arranjando mais um casal de gatinhos. E eu só lembro da fêmea, que se chamava Cindy, devido à semelhança incontestável com a modelo Cindy Crawford (uma pinta perto da boca). Bom, a vida continuou, logo nasceram filhotes, e a casa ficou cheia de gatos, aí uns morriam, outros cresciam, tinham mais filhotes, morriam e assim sucessivamente. Tínhamos uma pequena família que variava de 2 a 7 membros felinos.  E acabamos acostumando com o cliclo natural da vida - ver gatos batendo as botas deixou de ser um drama. O terreno baldio de frente pra minha casa virou um cemitério só, precisava de ver. Mas o tempo passou e desde de que mudamos de cidade não tive mais gatos. Mas continuo achando eles fofos. E muito úteis, não sobrou rato pra contar história (nem passarinho, calango, barata….eles eram bem versáteis).

Mas vamos aos vídeos então.

Esse primeiro é de um gato com uma maneira….estranha de viver

E esse é a evidência incontestável de que o Garfield está entre nós, e tão lerdo quanto nos quadrinhos.

E esse é de um gatinho muuuuito fofo tentando dormir.

Ai, ele é sem noção. E cá entre nós, quem nunca fez ou viu alguém fazendo isso tentando dormir sentado?

Pois é gente, essa vida mais à toa é muito boa mas vou ficando por aqui. Ao som de “Under the Influence” de James Morrison.

Abração e buenas noches a todos…………………:)