Arquivos | novembro, 2011

Porque todos precisam de uma boa costureira

29 nov

Oi gente!

Hoje o post é sobre uma necessidade universal: ter uma costureira de confiança. O motivo é bem simples e comum a todos. Pensa aqui comigo, as roupas que estão nas lojas são feitas em cima de um molde, com medidas padronizadas para cada “manequim” (so old school). Por mais que seja uma boa aproximação, dificilmente alguém se encaixa exatamente nessas medidas. É claro que nem sempre isso dá uma diferença significativa, e é por isso que a maioria das peças que eu compro não precisa de ajustes. Se for um tecido que se ajusta ao corpo, como malha, mais fácil ainda de dar certo.

Getty Images

Mas para roupas de tecido com pouco ou nenhum elastano, o caimento não fica tão bom com a mesma facilidade. Se você tem o quadril mais largo e a cintura mais fina, já deve ter experimentado várias calças que ficam “sobrando” na cintura. Aí de duas a uma: ou não compra a calça, ou usa ela eternamente com cinto. Já pode até deixar o cinto nela, porque essa parceria é até a morte.

Ou pode ser que você tenha o busto maior, e os botões da camisa ficam abrindo quando você tenta fechar. Mas se você pega um número maior, fica larga na cintura. Barra de calça é batata. Eles geralmente fazem elas mais compridas (graças a Deus para mim e para outras pernalongas) exatamente para dar certo com mais de um tipo de corpo. Então a barra tem que ser ajustada.

Acredito que a maior parte das lojas hoje em dia já oferece serviço de ajustes. Se tiver, aproveite. A opção mais prática é levar a roupa prontinha pra casa. Mas se não tiver – ou se você estiver comprando fora da sua cidade e não tem tempo para esperar o ajuste -, não desista da peça tão facilmente. Tenha uma boa costureira à mão!

Getty Images

O melhor jeito de arrumar uma costureira é por indicação. Aliás, com qualquer tipo de serviço a melhor opção é essa. Se você não tem, ou a sua não é muito boa, troque ideia com amigos, colegas, parentes e conhecidos. Alguma santa vai ter uma boa dica pra te dar. Ou um santo. Sim, porque esse conselhos são absolutamente válidos para os homens pelos mesmíssimos motivos. Meu pai mesmo é um dos homens bem instruídos que ao invés de usar roupas largas (ar de desleixo) ou justas (ninguém merece), manda ajustar todas que não ficam realmente boas. Mulheres gostam de homens bem vestidos, rapazes!

Há costureiras que lidam só com ajustes e tem as que realmente fazem roupas. Hoje vou falar dasfazedoras de ajustes.

Fazedoras de ajustes

São as mais comuns, e não é difícil encontrar uma pelo menos razoável. De preferência, procure uma que também tenha bons preços. Ao invés de levar uma peça de cada vez, eu costumo juntar algumas para facilitar a vida. Minha dica é: se esforce para ser criteriosa. Eu digo isso porque já adotei várias vezes aquela atitude “ahh…tá bom assim mesmo”, sabe? Quando a gente não está 100% satisfeita mas deixa passar? Você não precisa deixar passar, porque quem vai pagar o pato de uma roupa mais ou menos é você. Então seja específica sobre o que você quer e olhe várias vezes no espelho para ter certeza. Sente-se e faça movimentos para ver se nada vai ficar justo ou curto demais.

Se for calça reta ou com boca mais larga, talvez você prefira a barra cobrindo a maior parte do salto para alongar a perna. Nesse caso, é uma boa levar um sapato de salto para medir.

Getty Images

Se você fizer o ajuste e não ficar muito bom, peça um “reajuste”, se possível. Eu digo se possível porque se for o caso de uma calça que ficou curta demais, por exemplo, aí não tem remédio. Mas em muitos casos é possível mexer novamente até ficar realmente bom.

Agora voltando ao início, é válido dizer que dependendo do ajuste necessário, não compensa comprar uma roupa que não fique legal. Mas em muitos casos, principalmente quando forem peças boas e de qualidade, alguns ajustes são perfeitamente normais e bem-vindos. Há muitas mulheres cujo corpo parece não dar certo com nada. Se for seu caso, não se resigne com roupas sem caimento, procure uma costureira!

E lembre-se que é sempre melhor comprar algo que sobre tecido (na cintura, na barra, etc.) e fazer um ajuste simples, do que usar um número a menos e ficar com tudo pulando para fora. Aí não tem cristo que salve.

Bom gente, fico por aqui.Se tiverem mais dicas e comentários, compartilhem! :)

Abraço a todas =)

O que o céu diz

28 nov

“Acho difícil que um indivíduo contemplando o céu possa dizer que não existe um criador” – Abraham Lincoln.

Boa semana a todos =)

Paradise – Coldplay

24 nov

Oi gente!

Passo rapidinho aqui para deixar o último single do Coldplay, banda que vira e mexe solta aqueles singles autenticamente britânicos que todo mundo gosta e escuta até não dar mais conta (me conta depois se você não vai se pegar cantando “para…para…paradise”). Paradise é mais um muito bom, com direito a um clipe com a história de um elefante fugitivo. Enjoy!

 

Abraço a todos =)

The Outsiders

8 nov

Oi gente!

Primeiramente gostaria de dizer que sim, vamos continuar com o Papo de Menina, mas estou oficialmente desvinculando a coluna das terças-feiras, ou de qualquer outro dia da semana. Primeiro, porque 80% dos posts foram nas quartas. E eu não tenho uma boa explicação para isso. E segundo, porque digamos que escrever sobre um assunto específico em um dia da semana específico requer… como eu posso dizer? Um nível de disciplina para o qual este pobre ser humano ainda não está psicologicamente preparado. Tenham fé na minha pessoa que um dia eu chego lá. E até lá, qualquer dia pode ser dia de moda, Sandy e Junior, Backstreet Boys e Cia Ltda por aqui.

Hoje quero postar uma música que eu adoro, de uma banda que eu adoro mais ainda: Needtobreathe (tudo junto mesmo). É uma banda americana com um som meio folk, rock e algo do tipo. Super melodiosos, letras boas, arranjos muito bons, e um som muito legal.

Para muitas pessoas pode soar como uma banda nova, mas eles já estão na estrada há um bom tempinho. Tem quatro álbuns lançados, e suas músicas já apareceram em alguns filmes e séries, incluindo P.S. Eu Te Amo e The Hills. Eles ficaram mais conhecidos esse ano por abrirem os shows da última turnê da Taylor Swift. Se você é um cueca, saiba que isso não é um indicativo de banda-que-só-menina-gosta-de-ouvir. A música deles também apareceu em Prison Break (série de macho, sim senhor).

O vídeo de hoje é da música The Outsiders, faixa título do penúltimo álbum da banda. Esse álbum é perfeito, música boa atrás de música boa. O último ainda preciso conhecer melhor, mas tenho um pressentimento que ele não só é bom, como está a caminho (família americana, estamos no aguardo).

 

Espero que tenham curtido! Qualquer dia desses posto mais material deles.

Abraço a todos =)

Trânsito: 7 bilhões de pessoas e zero civilidade

4 nov

Oi gente!

Na semana que a população mundial chega a estimados 7 bilhões, todos paramos para pensar nas implicações desse novo número. Na verdade, cabem sérias reflexões sobre o assunto, principalmente no que diz respeito ao excesso de consumo e desperdício de alguns e absoluta falta de condições básicas para outros.

Mas onde estamos sentindo o impacto desse número mesmo é no trânsito. Como se não bastasse o crescimento populacional, está cada vez mais fácil ter acesso a um carro próprio, o que é ótimo - em partes. Por mais que o transporte coletivo eficiente é um dos símbolos do desenvolvimento, a verdade é que todo mundo gosta de ter seu carrinho, e não culpo ninguém porque eu também acho muito bom ter o meu.

A questão é que a habilidade no trânsito não está aumentando na mesma proporção. Gente, isso é sério. Isso mata. Mata literalmente ou mata de raiva. Aqui na capital do cerrado a coisa é feia. Há algum tempo atrás vi uma cena que me fez pensar no retrocesso que a humanidade está vivenciando em termos de civilidade.

Estava eu tranquilamente no quarto, às 18h de uma sexta-feira movimentada, quando ouço gritos. Eu moro bem no Centro, então estou razoavelmente acostumada a demonstrações públicas – e totalmente impróprias – de desafeto, especialmente no meio de uma madrugada regada a álcool. Mas era um fim de tarde sóbrio e movimentado, e aquilo soou estranho. Fui checar e eis a cena que vi do alto do meu prédio:

Um carro parado no meio da rua. Um pouco à frente, uma moto atravessada na pista e estacionada, bem em cima da faixa de pedestres, estrategicamente bloqueando a passagem do carro, pelo que vim a descobrir. Uma discussão ultra acalorada estava acontecendo. Não deu para entender o contexto, mas parece que a motorista do carro deu uma fechada no cara da moto (que tinha um passageiro) há mais ou menos um quarteirão de distância, ele deve ter reclamado, ela retrucou, a coisa esquentou, e no próximo “PARE” – bem debaixo do meu prédio - eles pararam para tirar satisfação.

Tirar satisfação realmente é um eufemismo. A coisa estava nesse nível:

Ele: – Você é uma siliconada!!

Ela: – Eu tenho dinheiro mesmo!! E você que é um pobre? Eu tenho dó da sua mulher!!

Ele: – Ahh, e você vai para @&*!%!!!!

E a coisa foi daí para baixo. Estou no meio da selva, pensei. Daqui a pouco o Tarzan aparece para nos salvar.

Como se não fosse bastante a desavença no nível verbal, eles quase foram para a luta livre. Houve um momento em que o companheiro do motociclista jogou o capacete no chão – na verdade, ele fez isso várias vezes – e avançou em cima da mulher. Ai meu Deus, cada a polícia que não chega? Sério gente, o que acontece com essas pessoas?

Por fim a mulher entrou no carro, e ficaram todos esperando a polícia chegar. Não sei como foi o desfecho, mas depois que fizeram o B.O. todos fizeram o favor de desocupar a rua, que a essa altura já estava bem congestionada. Fim do show de horrores.

Agora imagine só, uma mulher gritando e chingando que nem uma louca (na verdade, parecia um homem sem educaçã0) e dois homens esquentados e com pouco respeito pelo sexo oposto. Sinceramente, é provável que um deles tenha errado primeiro, mas depois daquela cena ridícula ninguém merecia o título de inocente.

Fica claro que temos pensar muito bem antes de nos sentarmos atrás de um volante. Somos capazes de sermos pelo menos civilizados, mesmo que as outras pessoas não sejam? Porque essa é a questão, não é? Manter o nível quando os outros não mantem.

Não acho isso nem um pouco fácil. Eu me estresso sim e critico os outros conversando comigo mesma (“Bonito amigão!!” ou “Então você comprou a rua e não avisou ninguém, né?!”). Mas em um mundo onde as pessoas perderam o bom senso e a educação, precisamos fazer um esforço extra para segurar a onda e não partir para a ofensiva. Ainda somos seres humanos. E respeito ainda é a única coisa que se pode exigir do próximo.

 Se os outros não percebem isso, pelos menos faça sua parte subindo o nível. Como eu já disse aqui, por mais tentador que seja, nunca devemos nivelar por baixo. Acredite, ainda existem pessoas finas por aí.

Abraço a todos =)

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.