Arquivo paraMomento Pipoca

Pondo o papo em dia

Oi people,

Ahhh…gente, estava com saudades de escrever por aqui! Mais de um mês sem aparecer, a não ser por algumas participações esporádicas e obscuras nos comentários, pode? Que tipo de blogueira desalmada some sem dar satisfação? Aparentemente, o tipo imprevisível e meio lerdo…rsrsrs

E a vida passou, não é? Os dias voaram e nesse meio tempo aconteceu de tudo um pouco. Primeiro teve o frio. Não sou uma grande fã das baixas temperaturas e andei passando mais raiva do que gostaria nos últimos dias gelados. Visualiza: eu andando com três blusas, uma calça de ginática por baixo da calça jeans e duas luvas rumo ao meu estágio, que coincidentemente fica no lugar mais frio de um dos bairro mais frios da minha cidade. E minhas mãos não esquentam, nem com reza brava. Inverno tem suas vantagens (roupitchas legais, comidinhas boas, dormir debaixo de (2) cobertas), mas para quem acorda cedo, estuda à noite e tem mãos com vontade própria, ele só dá certo com temperaturas bem amenas. Caso contrário, eu continuo na torcida para a primavera chegar mais rápido.

Mas nem só de inverno se faz junho e nem só de reclamações se fizeram minhas últimas semanas. Fui abençoada de tudo quanto é jeito, desde sapatos foférrimos até bons e imerecidos resultados na faculdade. E sim, desde de fins de semana bubbles com a família até tempo para assistir jogos de futbol e tênis e ainda torcer para o time ou jogador que ganhou (considerando meu histórico como torcedora, praticamente um milagre). Tive muita correria mas também tive experiências boas, e não foram poucas. Realmente fico besta com a bondade de Deus e com o fato dela não depender das minhas atitudes ou do meu esforço.

                                                    xmen-origins2

Dentre as coisas boas tive meus momentos pipocas. No cinema eu assisti Wolverine, e se você ainda não viu, corre lá que ainda dá tempo, porque o filme é muuuito bom. Eu gosto da saga X-Men e o filme não me decepcionou. E convenhamos, que dia o Hugh Jackman iria me decepcionar?! Never! Meu bem, um homem daquele salvaria qualquer filme. E ainda tem o Ryan Reynolds que está, assim, um must (à esquerda, na foto). Mas comentários femininos à parte, o filme é realmente muito bom. E na linha de ação, estou esperando Transformers - A Vingança dos Derrotados estrear, porque se for no nível do primeiro, vai ser excelente e com certeza vai merecer minha presença nas cadeirinhas vermelhas e empipocadas do cinema.

                                                               bride_wars 

Mudando para girlie movies, assisti na semana passada Noivas em Guerra e a-do-rei. A história, a escolha das duas atrizes, achei super fofo. E ri até. Altamente recomendado para dar uma relaxada e ver com as amigas (hum…ainda tem algum homem aí? Hoje este post está impossível!)

Não vou me estender muito porque eu (ainda) não estou de férias e não dá para fazer muita graça com o horário. De qualquer maneira, obrigada a todos que foram persistentes e sempre deram uma passada por aqui para saber se eu tinha ressuscitado. It’s good to be back :)

Abraços e boa noite………………………: )

Coisas do coração

Oi gente…

Estou pensando, pensando e pensando em como começar esse post. Infelizmente nem sempre as palavras acompanham a rapidez e a riqueza dos pensamentos. Estou naqueles momentos em que eu sinto que eu tenho tanto para falar que não sei se vou conseguir me expressar como gostaria. Mas vou tentar.

4_amigas

Bom, vamos começar pelo mais fácil. Acabei de assistir um filme muuuito fofo, que se chama Quatro Amigas e um Jeans Viajante 2. Se você nunca ouviu falar deve estar se perguntando: Isso é nome de filme?! Já tem até continuação?!?! Bom, a resposta é sim e, bem, sim. Inclusive a tradução do nome para o português foi quase literal, então não, não foi nenhuma obra criativa dos tradutores brasileiros. Eu já tinha amado o primeiro, e fiquei toda empolgada quando vi que o segundo tinha saído. Estava planejando ver esse filme há meses e hoje pus fim à minha espera, e não me decepcionei. O filme é lindo, e eu chorei mais de uma vez. Aliás, eu chorei mais de uma vez nos dois filmes, até em momentos que a maioria das pessoas talvez não choraria, e fiquei pensando o porquê. Aparentemente é só mais um típico filme de menina fofo e romântico (categoria que a-do-ro, por sinal), que fala da amizade de quatro meninas (Tibby, Bridget, Lena e Carmem). Mas ele tem um algo a mais, e foi isso que realmente me fez parar e pensar.

Sabe qual é a diferença dele? Ele não mostra apenas amizades, desilusões, primeiro amor e expectativas. Tem tudo isso de sobra, sem dúvida. Mas com toda a carinha de filme leve e superficial ele consegue ser muito profundo com certas questões que poucos filmes exploram hoje em dia: as coisas do coração. Você não apenas vê a atitude das personagens, você realmente entende como elas se sentem, seus medos, anseios, dores, e alegrias. A autora dessa série fez um trabalho maravilhoso que te permite vislumbrar a parte mais profunda das quatro personagens principais. E eu entrei na história…eu chorei com a decepção da Lena, chorei com a dor da Bridget ao lidar com questões de família que até então ela desconhecia, e antes que você pense que o filme é só tristeza, devo também dizer que chorei com a alegria da Carmem ao finalmente se permitir ser quem ela é e com a descoberta da Tibby de que o amor é um risco que vale a pena. É como se eu pudesse tocar na parte mais vulnerável e mais rica das quatro personagens, e pudesse entender exatamente como elas se sentiam.

Agora me diz, por que isso tudo soa tão desconecto da realidade? Por que isso parece estar à milhas de distância da minha puxada rotina que eu retomo amanhã? Por que a vida, no final das contas, tem muito mais a ver com o que você faz do que com o que você sente? E por que só de fazer essas perguntas eu me sinto excessivamente “viajante”?

Acredito que o ponto de partida seja a própria maneira como fomos criados. Acredito em um Deus que tem um coração, não em algum senhor de idade que criou o universo há alguns milênios atrás e desde então se relegou à posição de mero espectador. E acredito que quando ele cria cada pessoa, ele entrega um presente. Ele entrega um coração que é capaz de sentir, criar e se relacionar, um pedaço da própria vida dele em nós. Só que desde que o ser humano se desconectou de Deus ele aprendeu a viver menos com o coração, e mais com as questões “práticas” do dia-a-dia. Ele se limitou àquilo que ele pode ter controle. Não que ele tenha virado um robô ou algo do tipo, até porque se isso fosse verdade não teríamos mais música, artes, casamentos, e tantas coisas que saem essencialmente do coração. Mas até nisso ele deixou o coração passear só até onde não representasse risco e sofrimento, até o limite da conveniência. E talvez esse seja um dos motivos pelos quais vemos tantos divórcios hoje em dia.

De qualquer maneira, todos nós temos um coração. E ele é muito vulnerável mas também muito rico, e a própria consciência disso pode fazer diferença entre ter uma vida significativa ou uma mera sucessão de estágios mais ou menos planejados e com sorte, bem-sucedidos. Deus tem me ensinado a dar a esse fato a mesma importância que Ele dá. E esse é um aprendizado de uma vida.

“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.” (Provérbios 4:23)

“…porque o SENHOR não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o SENHOR olha para o coração.” (1 Samuel 16:7)

Bom, fico por aqui pensando nisso. Abração para todos e até o próximo post……:)

Bons filmes, boas inspirações

Oi gente!

Como é que foram de feriadão? O meu foi excelente, passei quatro dias buscando a Deus, conversando com meus amigos, aprendendo coisas novas, rindo até mandar parar (minha barriga está doendo tanto que parece que eu fiz abdominal), e me viciando em jogar Uno. Quando a gente acha que já viveu coisas boas, Deus nos mostra que existem coisas melhores :) Essa semana eu encerro minhas férias, e não tem nada melhor do que começar o ano no gás, com foco e propósito. Quando você sabe pra que vive, porque está nesse mundo, não fica lamentando a rotina e nem o fim das férias. Agora é que a parte boa começa.

E hoje tenho algumas indicações de filmes supimpas. Semana passada eu fui no cinema na segunda, enfrentei um mundo de fila (e jurei que um dia vou ganhar dinheiro só pra não ter que enfrentar aquela nhaca de muvuca de gente nos dias de ingresso mais barato – viva os ingressos exorbitantes de fim de semana!) pra assistir Sim Senhor. Compensou o esforço porque o filme é muuuito bom. A história é legal, e tem muitas partes super engraçadas. E eu ainda tirei umas lições de vida (é, eu sei, é involuntário), e tenho aprendido a dizer menos “nãos”. Very good.

Também assisti em casa Hancock, e achei totalmente excelente. Eu já gosto do Will Smith, e a história do filme é show. A maneira como o personagem se transforma no filme porque um cara colocou fé nele , se importou e viu o que ele tinha de melhor é impressionante. Com certeza vai valer um repeteco daqui um tempo. E também vale colocar o trailer por aqui.

Não seria muito louco se as pessoas colocassem mais fé umas nas outras? Se em vez de criticar a gente soubesse instigar o melhor nos outros? Putz, esse mundo seria outra coisa. Não é à toa que Deus manda a gente amar quem está do nosso lado como a gente se ama. Quando a gente faz isso desperta todo o potencial que as pessoas tem pra fazer o bem, pra ser tudo aquilo que elas podem e foram criadas pra ser. Praticamente uma revolução. Mudar as coisas erradas pode não ser fácil, mas é muito simples.

E vou ficando por aqui pensando nisso :)

Abração a todos……………………. : )

Desafiando Gigantes

Bom dia, galera!

Se você leu o último post, pode estar se perguntando se eu consegui colocar em prática as dicas muito pertinentes de Richard Carlson. Bom, devagar e sempre, eu acho que estou conseguindo abrir mão das minhas expectativas pouco realistas em relação à vida (mas só das não realistas). Tenho pensado em uma frase-oração que eu curto muito:

“Senhor, me dê serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar, coragem para mudar aquelas que posso, e ainda sabedoria para enxergar a diferença.”

O bom é que ela nos lembra que mudanças interiores significativas só são possíveis com Deus na jogada.

                                                           facingthegiants

E continuando, na última quinta-feira eu vi um filme que eu adoro, e acho que já vi umas três vezes: Desafiando Gigantes. Geeente, esse filme é excelente. Toda vez que eu vejo eu fico um bom tempo pensando nas muitas e muitas coisas que eu aprendo com a história e os personagens. E parece que toda vez que eu vejo é como se fosse a primeira. Ele mostra de uma maneira muito louca o que acontece quando você coloca Deus e a vontade dele em primeiro lugar na sua vida.

E é realmente impressionante, porque durante toda nossa vida a gente tem que encarar certos gigantes. Eu não sei quais são os seus, mas já vi gigantes de frustração, perda, tristeza, e vários outros. Um dos grandes que eu já enfrentei e ainda enfrento é o medo: medo de errar, medo de arriscar minha segurança pra viver situações com grandes riscos, mas também com grandes recompensas, medo de me expor e eventualmente me machucar. Talvez você conheça esse daí. Mas não se engane, dá pra levar a vida sem muitos confrontos diretos com esses gigantes. Funciona assim: você finge que eles não estão lá, levanta a bandeira branca, promete não revidar, e eles não causam muitos estragos. E fica tudo certo. Fica?

Bom, existe uma outra opção. A opção que reconhece que nós não fomos criados pra viver em paz com a derrota e com o medo. É contra nossa natureza, é contra nossa essência. Mas como viver isso na prática? Tem um versículo que diz “Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé.”(1 Jo 5:4) A nossa vitória não está em fazer pose de “eu sou muito forte, e não deixo me abater pelas dificuldades da vida”. Bem pelo contrário, está em dizer “fala sério Deus, esse negócio tá difícil e eu não dou conta sozinho não. Dá para me ajudar?”. Entregar os betes e deixar Deus assumir o comando não é fim da linha e nem motivo de vergonha. É o começo de uma vida de significado, milagres e conquistas. É entender que a união de um ser humano limitado e um Deus ilimitado é uma parceira destinada ao sucesso. No final das contas, o vencedor não está só.

Eu recomendo esse filme para algum de seus momentos pipocas. Não tem erro. A qualidade do trailer não é a melhor possível não, mas já dá um gostinho.

Hoje eu fico por aqui. Ah! E antes de ir embora eu queria agradecer todos os comentários que eu tenho recebido. Eu não tenho respondido um por um, mas tenho lido e curtido muito. O que seria do blog sem os leitores? Thank you all!

Abração……………………………………… : )

Fazer acontecer

Oi pessoas!

Ahhh gente, realmente os anos passam. Como diz o sábio, o tempo passa, o ferro passa e até a uva passa. E cá estou eu, no auge dos 20 anos, caçando vagas de estágio na internet, e onde mais achar, na esperança de março já estar encaminhada.  Mas esse cronograma já não é responsabilidade do meu departamento (área de planejamentos, o gerente atualmente é o Espírito Santo), minha parte é só procurar e estar pronta para o que vier pela frente.

Enquanto isso, estou na luta para vencer a inércia, aquela nossa companheira, confidente, amiga, que adora dar as caras em janeiro, te iludindo com a idéia de que férias é tempo de àtoice absoluta: acordar tarde, ficar sentado na frente da tv, e se deliciar com o dolce fare niente. Muito bonito, para quem ainda está na escola e cuja maior preocupação nessa altura das férias é escolher o fichário que vai usar durante o ano. Não, Andrea, essa vida não te pertence mais.

Eu já me dei o luxo de passar uma semana bem à toa, com direito a muitas horas de sono, comida além da conta, alguns bons filmes, excelentes leituras e até algumas horas olhando para a natureza sem fazer absolutamente nada. Um lifestyle que só funciona durante uma semana mesmo. E já deu o que tinha que dar. Agora é botar a mão na massa para fazer os planos e promessas de virada de ano irem para frente (porque eles não vão sozinhos mesmo, já tentei).

E na verdade a gente reclama e reclama de ter serviço pra fazer, mas quem em sã consciência escolheria passar uma vida inteira à toa? Deus que me livre. A gente fica tão obcecado com essa idéia de que trabalho – de qualquer tipo – é castigo, punição, fruto da mais pura e inevitável necessidade, mas no fundo ninguém gosta de não ter o que fazer. Sou da opinião de que o trabalho dignifica o homem. Não existe nada melhor do que empenhar seu esforço, sua energia em algo, e poder ver o resultado. É claro que existem subempregos, exploração e injustiças, e nem sempre é possível ver o resultado. Mas brasileiro tem mania de usar essa desculpa para não fazer nada direito. Faz o mínimo exigido, não se empenha para melhorar, não propõe novas idéias e fica por isso mesmo, mal esperando o dia da aposentadoria. Pessoalmente não curto essa filosofia que isenta as pessoas da responsabilidade por seu próprio destino e sucesso, colocando a culpa de todas as desgraças no sistema. A comodidade pode ser uma vilã muito mais perigosa do que o sistema.

Mas de volta aos pequenos desafios pessoais do dia-a-dia, estou com o desafio de colocar algumas coisas para funcionar. É claro que o ritmo de férias é diferente, e a gente pode se dar ao luxo de passar uma tarde toda conversando com os amigos, sem sentimento de culpa. Mas quero aproveitar também para começar meu ano com o pé direito, fazendo potenciais virarem ações bem concretas, com direito a muitos bons resultados.

E não vou embora sem deixar pelo menos uma musiquinha para embalar meus projetos. Lembrei de um filme que eu curto pra caramba que se chama Escola do Rock (School of Rock), e que sempre que eu vejo me deixa empolgada com a idéia de começar um novo projeto. Quem faz é o Jack Black, que está hilário, e os meninos da banda tocam de verdade. Acho que é o tipo de filme que você tem que gostar bastante de música pra curtir muito, então talvez não faça tanto sua cabeça como fez a minha. Whatever. O que é bom merece ser mostrado.

Trailer – em inglês e sem legendas (não estava muito fácil de achar)

E a Batalha das Bandas, no final:

Fico por aqui, e espero que esse começo de ano seja promissor para você também.

Buenas noches………………:)

Siga Bem Caminhoneiro

Gente, gente, deixa eu contar um episódio legal que aconteceu agora a noite!

                                         cars_mack

Bom, estava eu saindo da facu de carro com meu irmão, ele dirigindo, eu no passageiro (não me pergunte porque uma pessoa que tirou a carteira a 11 meses atrás ainda precisa de motorista – Freud explica). No primeiro sinal que a gente parou, antes de uma rotatória, parou um caminhão do nosso lado. Como o caminhão estava do meu lado, o motorista me chamou pra pedir uma informação, aliás, deixe-me corrigir, ele me chamou e pediu pra chamar meu irmão-motorista, porque eu obviamente tinha cara de quem não sabia dar direção nenhuma. Whatever. Bom, o cara não era daqui e queria saber que saída que ele pegava pra ir pra São José do Rio Preto. Aí meu irmão pediu pra ele seguir a gente, fez a rotatória e encostou o carro na avenida pra esperar o caminhão que, coitado, é absurdamente lento. O cara até perdeu a gente de vista e achou que a gente tinha ido embora, olha só. Mas aí meu irmão acenou e ele viu e encostou também. Bom, fato é que nem eu nem meu irmão sabíamos qual era a bendita saída. Então ligamos pro meu pai (com um certo custo, porque até a bateria do meu celular fez o favor de morrer bem na hora) e ele explicou o caminho das pedras. E aqui eu tenho que fazer uma pausa na narração pra fazer um super elogio ao meu irmão, que tem um coração muito bom. O tipo da pessoa que você gostaria de encontrar caso estivesse precisando de ajuda: dá a maior atenção, se preocupa, vai atrás da informação, nó, esse motorista nem imagina a sorte de ter encontrado ele. Adoro minha cidade, mas tem umas certas pessoas por aqui que pelo amor de Deus, nem olham na sua cara, ainda mais no trânsito. Deus foi bom com o João (ah, gente, esse é o nome do motorista).

Enfim, ao invés de explicar o caminho, fomos guiando o João até a saída que ele precisava pegar. Aí foi super divertido. A gente ia na frente, e ele atrás, seguindo. Gente, não era caminhãozinho não, era um grande, daqueles de estrada mesmo. E a gente ficava de olho nele pelo retrovisor, e ele lá, devagaaaarrrrr. Pode rir, mas eu lembrei na hora daquele desenho da Pixar “Carros”. O caminhão era super fofo olhando de longe, dava impressão que tinha vida própria, e me lembrou o Mack, o caminhão do Relâmpago McQueen no filme (é, eu viajei na maionese geral).

Mas enfim, guiamos o caminhão até a saída, encostamos na rua, e nós demos o típico cumprimento de estrada: ele agradeceu com uma buzinadinha e nós buzinamos de volta (foi um momento super Carros, cumplicidade entre os carros e tudo mais….ahh gente, quem viu e gostou vai entender!). E assim acabou nosso momento bom samaritano, e eu achei o máximo. Como é legal ajudar as pessoas, né? A gente se sente melhor que elas, é incrível. A gente só precisa fazer isso com mais frequência, até porque provavelmente topamos com pessoas precisando de ajuda todos os dias.

Nesse mesmo espírito, é bom lembrar de quem está precisando de ajuda agorinha, como a galera vítima das chuvas lá em Santa Catarina. Que coisa esquisita, né? Sem mais nem menos, um monte de gente morre, um monte desaparece, mais um monte perde tudo o que tem, nossa é muito triste. A coisa já está como um dos piores desastres climáticos da história, não dá pra ignorar. É claro que não foi tããão sem mais nem menos assim, já existia o risco disso acontecer. Mas agora Inês é morta e a gente tem que fazer o que pode pra remediar. Esse link dá uma dica:

http://br.noticias.yahoo.com/especiais/chuvassc.html

Bom, se não der pra ajudar dessa maneira, no mínimo a gente pode orar ;)

E voltando a falar em Carros, eu quero colocar um vídeo de uma cena que mostra o Mack (que hoje é meu garoto-propaganda) e que tem uma das melhores músicas do filme. Pra quem não viu, eu recomendo demais. Já vi o filme três vezes e estou ensaiando a quarta.

Life is a Highway – Rascal Flatts

E vou ficando por aqui. Abração e até o próximo post……….:)

Chapeuzinho, Don Juan…

Oi pessoas!

Depois de uma semana sem posts at all voltamos pra ativa. Esse negócio de ficar muitos dias sem escrever não está com nada, eu fico acumulando assuntos e depois tenho q escolher o q eu vou escrever, pq não há post q aguente uma semana em detalhes…aff

Pra começar, acabei de ver “Deu a louca na chapeuzinho”, e rachei o bico. Aliás filmes de desenho são bons demais, ultimamente eles estão usando humor mais adulto (no bom sentido da palavra, q ainda existe), as piadinhas são mais inteligentes, irônicas. E o meu humor não é o mais exigente q eu conheço, então eu rio à toa. A Chapeuzinho esperta, a Vó vida loka, o Lobo sarcástico, achei muito bom. Mas uma das melhores partes é a do Bode Japeth, a música é boa e ele é hilário. O link dessa parte tá aí:

http://www.youtube.com/watch?v=PPFfS3usATs

Did I? Did I, did I?…ahuahuhauuahuah…aiai…Outro filme q eu vi foi “Don Juan De Marco” (eu prometi, agora tenho q escrever, né Marina?) Fazia uma cara q eu não via esse filme, e achei muito legal. Assim, ele era muito couro, conquistador um pouco além da conta, mas a idéia central do filme é muito interessante. Hoje em dia o amor perdeu quase totalmente seu sentido, não é verdade? As pessoas se contentam com muito pouco, com algo muito superficial q sinceramente nem sei se dá pra chamar de amor. É claro q amor não é só frio na barriga, é algo muito mais consistente, principalmente como está descrito em 1 Coríntios 13. Mas é muito show pensar que todo universo é uma imensa prova do amor de Deus: as pessoas tão diferentes entre si, as cores, os cheiros, os sabores…O próprio Jesus resumiu todos os mandamentos em amor. Eu acho q Deus é o maior romântico q já existiu, e tudo o q a gente vê de romance por aí é são só sombras do amor Dele. Então eu achei q Don Juan De Marco entendeu o q poucos entenderam: uma vida q vale a pena se resume em amor.

http://www.youtube.com/watch?v=jnzfGPSv3Mg&feature=related (final do filme, em italiano com legenda em espanhol – o único q tinha legenda…)

E depois de um parágrafo não posso deixar de lembrar do Lulu: “Talvez eu seja o último romântico…dos litorais desse Oceano Atlântico…” É, relevando o fato de q eu obviamente estou mais pra cerrado…rsrs

Acho q vou ficando por aqui…ah não, espera um pouquinho! Eu fiquei dois dias cantando ininterruptamente a música do filme Don Juan e preciso compartilhar minha obsessão!..rsrs…é do Bryan Adams e o link tá aí:

http://www.youtube.com/watch?v=apyrfx9-d9o

Agora sim! Boa sexta-feira ;)

Abraços…………………………..:)

Fé ;)

Oieeeee…

                                              

Sim, eu estou praticamente batendo um recorde escrevendo de novo depois de um intervalo de apenas dois dias (três pq eu enrolei e já passou da meia noite). Escrever hj é quase uma questão de honra.

Mas enfim, estava conversando com algumas amigas ontem e minha ficha caiu q eu ainda não escrevi nada sobre filmes, o q é praticamente uma heresia. Assistir filmes está no meu top list de coisas boas pra se fazer. Se vc já me viu vendo algum filme, deve saber q eu realmente curto cada cena: eu rio (qdo quase ninguém ri), eu passo raiva, choro, enfim, eu entro na história. E dificilmente considero um filme totalmente ruim, até os mais estranhos eu aproveito alguma coisa.

O último filme q eu vi foi Ratatouille, q eu achei suuuuper fofo. A história é em uma Paris charmosíssima, e o Remy (o ratinho principal) é tão apaixonado pela arte de cozinhar q vc sai do filme querendo inventar moda na cozinha. Obviamente eu fiquei só na vontade. ”Inventar moda” não se encaixa pra quem ainda está no estágio do ovo mexido. De qualquer maneira, a moral da história também é muito legal. Só não vou comentar mais pq provavelmente vou assistir o filme sábado de novo, então vou guardar alguns comentários pro fds ;)

Mas vale deixar essa fotinha da Torre Eiffel. O filme me inspirou e estou feliz pq ano q vem eu volto para o meu francês! A França é um charme e está na minha (extensa) lista de lugares q eu pretendo conhecer ou ir mais vezes. Porque se tem uma coisa q vc vai me ver fazendo daqui um tempinho é dando um rolé por esse mundo afora, viajando para altos lugares. Eu li em um livro pouco tempo atrás q se a gente realmente quer algo, a gente tem q visualizar isso e ter fé q isso realmente pode acontecer, entregando as circunstâncias pra Deus. Várias vezes Jesus disse ao fazer um milagre: seja feito de acordo com a sua fé. Então, meu bem, eu to pondo minha fé lá em cima, seja pra coisas necessárias ou para alguns desejos menos “importantes”. Eu não vou perder coisas boas por falta de fé…

Bom, por hj é só. Quarta-feira tá aí, e eu não sou de ferro (e adoro dormir, como vc já deve saber…rsrs)

Abração e fica na paz…:)