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De volta

Oi gente!

Gente, gente, me explica um negócio. Entrei no blog hoje e pensei: hummm……deve ter até teia de areia por aqui porque dois meses fora realmente é demais. E qual não é a minha surpresa quando eu vou olhar as estatísticas e vejo que elas suuuper subiram nesse tempo que eu tive fora?! What does that mean?! Eu vou parar de escrever mesmo!…ahuahauhauhahauha

Aiai…mas é sério. Estou tendo um fim de ano (uuui, já podemos falar fim de ano) meio atarefado  demás, então o blog meio que ficou totalmente em segundo plano. Não que eu esqueci dele, só não tirei um tempo decente para escrever. Mas hoje eu resolvi voltar. Assim, tipo, sem promessa de ficar muito tempo, sabe? Por motivos especiais dezembro promete ser um mês mais tranquilo que novembro, então aí eu volto pra valer.

Mas vamos parar de falar do futuro, porque o presente já dá trabalho demais. Ai, e que isso não soe pessimista – meu presente está desafiador mas muito bom :)

Hoje eu cheguei aqui meio sem assunto. Estava tão animada em voltar que até esqueci de pensar em alguma coisa pra postar aqui. Então vou falar um pouquinho do último filme que eu vi.

 distrito9

Bom, como eu posso dizer? Eu gostei muito da história. Achei inteligente, interessante, diferente. Para nós que estamos mais que acostumados a ver filmes americanos com ETs malignos e hostis sendo vitoriosamente combatidos por heróis bonitos, inteligentes, e assim….bem americanos, Distrito 9 é um filme super fora do padrão. Esqueça toda o duelo ET-malvado-desprovido-de-misericórdia  X humanos-americanos-bonzinhos-pilotando-caças-pra-defender-a-Terra de Independence Day: em Distrito 9, você fica fã é dos alienígenas. Sério, não sobra um ser humano por quem valha a pena botar a mão no fogo – é um pior que o outro. O personagem principal então, méééu Deus, é O anti-herói. Por Deus que eu estava torcendo para o cara morrer de uma vez. Mas o pior do filme na minha opinião é o excesso de violência (note a  relação paradoxal com a frase anterior…rsrs). Sério gente, que sanguera, que nojeira, que agonia, aiaiai. Acho que não precisava de tudo aquilo, tirou um pouco do lado interessante da história, eu saí até estranha do filme (coisa podre demais na minha cabeça). Mas eu não deixaria de ver o filme. Como muitos já sabem, a idéia de colocar os alienígenas como a parte marginalizada pela sociedade, um verdadeiro peso indigno de qualquer ato de misericórdia, é uma grande crítica à dura realidade que muitas pessoas já viveram e ainda vivem de discriminação, marginalização e, mais especificamente, apartheid. O que vemos no filme é horroroso, mas honestamente, não é muito diferente do que está acontecendo no mundo. Não dá para se fazer de cego. Não, na verdade dá sim. Infelizmente, né?

Anyway, se você não ligar para um sangue espirrando por aqui e muitas coisas nojentas voando acolá, talvez goste do filme. Mas please, se não gostar,  não vá ficar bravo comigo porque eu (meio que) elogiei o filme. Não é do tipo que agrada a gregos e troianos. E tem muito filme feliz em cartaz para se ver. Tá Chovendo Hamburguer, O Golfinho – A História de um Sonhador…olha que feliz. Garanto que esses não tem erro. Eu sou super pró-filmes felizes.

Quero postar uma musikitcha também, porque um post de volta merece, não merece?

Very good. Ahh gente, e não vai embora só porque eu voltei não, viu?…rsrsrsrs

Abração a todos e boa semana……………:)

Amar e mudar as coisas me interessa mais

Oi galera…

Eu firulo tanto para escrever nesse blog que acabo ficando dias sem nenhum post….Mas pra quê complicar, né? Tem dias que tudo o que a gente quer é ouvir uma boa música. E se puder ter uma letra legal e honesta, melhor ainda.

Sing along… :)

Eu não estou interessado em nenhuma teoria
Em nenhuma fantasia nem no algo mais
Longe o profeta do terror que a laranja mecânica anuncia
Amar e mudar as coisas me interessa mais
muito mais…me interessa

Eu não estou interessado em nenhuma teoria
Nessas coisas do oriente, romances astrais
Minha alucinação é suportar o dia-a-dia
Meu delírio é a experiência com coisas reais

Um preto, um pobre,
Um estudante, uma mulher sozinha
Blue jeans e motocicletas, pessoas cinzas normais
Garotas dentro da noite…revólver:”cheira cachorro”
Os humilhados do parque com os seus jornais
me interessam
Amar e mudar as coisas me interessa mais

Um corpo cai do oitavo andar 
A solidão das pessoas nessas capitais 
A violência da noite…o movimento do tráfego
Amar e mudar…amar e mudar
Amar e mudar as coisas me interessa mais

Eu não estou interessado em nenhuma teoria
Em nenhuma fantasia nem no algo mais
Longe o profeta do terror que a laranja mecânica anuncia

Amar e mudar as coisas me interessa mais

Abração a todos…………………….:)

O saldo positivo da gripe

Oi people!

porco

Sentada confortavelmente em meu pufus cor-de-rosa estou pensando que afinal, esta gripe trouxe pelo menos uma coisa boa para minha rotina: duas semaninhas a mais de férias, muitíssimo bem-vindas. Quando fiquei sabendo que as aulas iriam ser adiadas não gostei muito da ideia, até porque depois de três anos meio enroscados por conseqüência da última greve nada melhor do que um calendário acadêmico totalmente normal e previsível. Maaas já estou mal acostumada e super curtindo não ter que fazer nada à noite, então foi com um certo pesar que eu recebi a notícia que as classes voltavam semana que vem…ahhhh….agora que estava ficando bom….rsrsrs….você tem que entender que eu sou um ser humano altamente adaptável: na maior parte do ano eu estou correndo com milhões de coisas pra fazer e curtindo a rotina ”produtiva”, mas quando eu entro de férias…humm…dá até pra achar que eu nasci para o dolce fare niente. Eu leio, durmo, assisto filmes, séries, toco violão, fuço a geladeira, e nessa toada vou longe.

E claro que essa deve ser uma das pouquíssimas vantagens dessa gripe, além é claro de propiciar (esperançosamente, devo dizer) uma possível melhora nos hábitos de higiene do povo brasileiro que, vamos combinar, nunca foi assim uma Brastemp. De negativo, além do óbvio, temos uma neurose generalizada que se manifesta em diferentes graus de acordo com as predisposições hipocondríacas de cada um. Na verdade, posso dizer que isso está mais para engraçado do que negativo. Logo que a coisa começou a ficar mais preta aqui na minha cidade, com direito a cinema fechado e briga para comprar aqueles adoráveis gelzinhos (ou geizinhos?…whatever), os sintomas comecaram a pulular por todos os cantos. De repente apareceram umas tosses estranhas aqui, uns espirros mais frequentes ali, umas indisposições acolá, até eu que fiquei o inverno inteiro sem gripar tive alguns meios-sintomas (se é que dá para entender o que é isso..rsrs). Com todo o respeito e sinceros desejos de melhoras aos verdadeiros gripados, eu não sei se a gripe suína está com essa bola toda não, mas acho que a psicológica está bombando! hehehe Deve ter muita gente engolindo espirro por aí para não receber olhada torta de quem está por perto.

 esquadrao

Mas vírus à parte, quero deixar algumas recomendações para vocês hoje. A primeira é principalmente para as laidies de plantão. Comecei a seguir o programa da SBT Esquadrão da Moda e estou curtindo muito, eles dão umas dicas de moda bem legais e ainda dá para dar umas boas risadas dos comentários dos apresentadores - especialmente do Arlindo e suas ótimas piadinhas – e do gosto..assim…duvidoso das participantes. As versões inglesa e americana do programa são ótimas, se você tiver acesso ao canal também recomendo.

pipoca_esquerda

Fui afugentada do cinema, então só vi filmes mais antigos, mas vale comentar: Juno – demorei uma vida para assistir mas achei super interessante e divertido; Noites de Tormenta – gosto da atriz (Diane Lane) e mais ainda do Richard Gere, que está um sessentão (é minha gente, acho que estamos ficando velhos mesmos, hein?) charmosérrimo; Trilhos do Destino – para quem gosta de bons dramas; Ela e os Caras – a Amanda Bynes é a mesma em qualquer filme, sempre engraçada e gente boa, e o filme é super a cara dela (até meus amigos-homens gostaram, viu?); Independence Day – diretamente dos anos 90 (e de um horário já nada nobre na TV), é o típico filme americano exageradamente patriótico (como todos os outros 90%), mas que eu não canso de ver.

Ah! Um que eu não recomendo: Caçados. Meeeeu Deeeeus, que filme trash é esse?! ?! Eu bem que tentei ver sábado passado na Globo, mas não desceu. Junta um bando de leões possuídos com um bando de gente burra, e o que vira? Aquilo mesmo que você pensou - vai por mim,  não compensa seu tempo.

 E como esse post já está virando A História Sem Fim, vou ficando por aqui. Para não acabar o post sem música, vou deixar uma sugestão que o meu irmão anda ouvindo demaaais e grudou na minha cabeça que nem chiclete. Você já deve ter ouvido algumas dezenas de vezes por aí, mas música boa merece repeteco.

Into the Night – Santana & Chad Kroeger

Enjoy e até a próxima….:)

Para onde você está indo

Hoje eu gostaria de começar este post com algumas perguntas. Perguntas que eu faço a mim mesma, e quero dividir com vocês. Depois do meu desaparecimento, achei que já era hora de voltar, né? Então aperte o cinto porque sem querer (eu juro!) eu acho que vou compensar todo meu silêncio desse último mês aqui no blog!…rsrsrsrs

Gostaria que você parasse um pouquinho. Imagino que o blog é uma das muitas coisas que você está lendo hoje na net, mas respira fundo e pára só um pouquinho.

Agora eu gostaria que você pensasse para onde você está indo. Acho que todos nós queremos chegar a algum lugar, não é? Mesmo sem pensar, damos uma direção para nossa vida. Humm…estou apertando muito? Deixa eu simplificar um pouco. Em quais coisas você tem investido? Em um relacionamento? Em uma carreira promissora? Em uma casa ou carro melhor? Em um prazer maior?

Todas são válidas. São boas, desejáveis, e qualquer pessoa com algum juízo desejaria qualquer uma dessas. Se puder ter todas então, nem se fala. Quem não quer ser bonito, rico, viajado e bem relacionado?! Tudo bem, não vamos tãão longe. Basta ter uma família que te ama, um emprego que se encaixe bem com seu perfil, alguns bons amigos, e umas fériazinhas supimpas uma vez por ano.

Bom, você pode me chamar de ambiciosa e desasossegada, mas eu acho que poderíamos desenvolver melhor esse ideal de vida.

Primeiro, porque essa idéia significaria que mais de 6 bilhões de pessoas vão trilhar o mesmo caminho ao longo da vida. Poderíamos até escrever um roteiro simplificado: nascer, crescer, estudar, escolher uma profissão, namorar, casar, ter filhos, continuar na profissão, ter netos, quem sabe bisnetos, e morrer. É um bom roteiro, mas longe de ser um fim relevante em si mesmo. Você pode tomar decisões diferentes em cada etapa, mas no final das contas só vai ter trilhado a mesma rota que todo mundo está trilhando.

Segundo, porque essa idéia é limitada. Se considerarmos as religiões mais expressivas, com maior número de seguidores, seja cristianismo, islamismo, judaísmo, espiritismo, budismo, todas consideram a questão da vida após a morte. Você pode até não querer pensar muito nisso, mas no fundo deve saber que faz muito sentido. Dificilmente uma idéia seria tão difundida se fosse completamente infundada. E se essa tal vida existe, e seja realmente consequência das nossas escolhas nessa vida de cá, nosso planejamento de vida deveria incluir ela também. 

Terceiro, bem lá no fundo, mesmo que a gente não perceba ou não consiga colocar em palavras, parece que a gente quer mais. De onde vem os filmes que nos arrepiam, sejam épicos ou de guerra, os livros que nos prendem ou  a paixão por torcer? Parece que todos temos um certo anseio por viver com mais paixão, com um propósito. Queremos que nossa vida resulte em alguma coisa especial, não rotineira, comum, carne de vaca. E no meio da jornada, queremos desafios que precisem das nossas habilidades, talentos, nosso potencial. Queremos nos realizar como indivíduos, e não ser apenas mais um ser humano que passou pela Terra, durou uns 80 ou 90 anos, e morreu deixando uma lembrança que durará algumas poucas gerações e finalmente cairá no esquecimento. Mas não sabemos ao certo como termos uma vida diferente dessa.

Diante de tudo isso, parece que resolvemos simplificar as coisas. Fizemos um projeto de vida que pudesse ser controlável, simples, e humanamente possível de ser vivido. Pode não ser tuuudo aquilo que esperávamos, mas não é de todo ruim. Tipo, mais vale um pássaro na mão do que dois voando…

Mas esse não é o fim da história. Na verdade, existe outra história para ser contada. Existe uma possibilidade de viver com significado. Existe um propósito que compensa todos nossos esforços. E ele vai muito além de uma faculdade, uma carreira ou até de um casamento. Ele inclui tudo isso, mas é ainda mais profundo e empolgante. Na Palavra fala que Deus escreveu todos os dias da vida da cada de um de nós antes de nascermos. Ela também fala que fomos criados como o masterpiece da criação, e que Ele deu a cada um uma capacidade especial para que pudéssemos realizar um trabalho significativo aqui na Terra, com resultados que não só repercutiriam aqui como também na eternidade. Ela fala que essa vida que Ele planejou está escondida no Filho dele. Aliás, foi ele quem provou que essa vida existia, quando desceu e viveu ela aqui, no meio de nós.

Não sei que idéia você tem de Deus. Ou do que pensa ser o significado de viver uma vida com Ele. Mas acho que pelo menos 90% da humanidade entendeu tudo errado. Colocaram Deus na igreja, nos ditados, nas doutrinas do ”isso pode e aquilo não pode” e mandaram ele ficar quietinho lá, como se isso fosse possível. Se você não conhece Ele, vá atrás! Leia as palavras que ele deixou para trás, procure alguém que possa te esclarecer (eu ainda estou aprendendo muito, mas me ofereço), não fique aí parado pensando que Ele não se importa ou perdeu a capacidade de se relacionar com os seres humanos. Quem perdeu a capacidade de se relacionar fomos nós. Ele não é algo cósmico e intocável. Ele é a própria fonte de vida, a personificação de tudo o que é bom, emocionante, justo e perfeito. Totalmente disponível para quem desejar ter um tête-à-tête com Ele, e pronto pra dar a Vida a quem quiser receber.

Não vou me estender mais, então please, pense nisso. E quero fechar com um video, porque como muitos já sabem eu sou super fã de videozinhos, mais fã ainda de filmes, e mais mais fã ainda de Transformers 2, que assisti hoje. E super compensou a muvuca fubá da fila do cinema. Achei o filme muito, muito bom. Conseguiu superar minhas expectativas, que já eram altas. Aproveitem e até o próximo post ;)

Abraços……………………………………:)

Bubbles

Olá people!

Hoje eu pensei…hum…estou precisando postar. Mas sabe aquele dia em que você não tá afim de escrever nada sério, nada imprescindível? Pois é, hoje é o dia. Estou em um momento bubbles (que em inglês significa “bolhas”). É um termo que eu acabei de inventar (eu sei, estou com tempo) pra definir aqueles momentos, dias, objetos, fotos, filmes ou qualquer outra coisa existente sobre a face da Terra que seja divertido, leve e despretensioso. Agora há pouco, por exemplo, eu compus meio que totalmente sem querer uma música cuja letra são os números de 1 a 12 em inglês. Totalmente bubbles.

Então aí vai um compilado de coisitas boas, engraçadas, nonsense, ou simplesmente bem boladas, que eu tenho adicionado nos meus “Favoritos” há algum tempo e que merecem ser compartilhadas com o mundo. Ou pelo menos com quem acompanha o blog :)

Eu não sou exatamente a maior caçadora de novidades do planeta, então eu fico feliz quando acho blogs que me mantem atualizada com todos os tipos de new stuff que aparecem por aí. Um deles é o Bem Legaus! que você provavelmente já viu lá no Yahoo Posts. Muito bom, vale a pena visitar de vez em quando.

Estas são algumas coisas que eu vi por lá e achei muito legaus…

Chá de Cadeira – um banquinho descolado

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E uma rede chiquérrima em formato de onda

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Hummm…vidinha mais ou menos do mocinho dessa foto, hein? Tudo bem gente, a gente chega lá.

Até onde eu me lembro eu nunca coloquei vídeo de propaganda aqui. Acho que chegou o momento de estrear, e com estilo e muita comédia. A propaganda é da Heineken, e o nome é euforia. O título realmente diz tudo.

E por último, mas não menos importante, temos uma música tudo de bom. Eu já conhecia a música há um bom tempo, e você muito provavelmente também conhecia, mas o vídeo foi novidade. As dancinhas do vídeo são o máximo, tudo a ver com o ar feliz e contente da música. É super bubbles.

Bom gente, por hoje é só…

Abraço e até o próximo post………………………….:)

Voltando…e se superando

Eis que duas semanas depois ela reaparece do nada, ressurge das cinzas, out of a blue (e é bom que ela tenha uma boa explicação….hehehehe)

Aiai…não gente, minha explicação não é das melhores não. Na verdade passei umas duas semanas um pouco conturbadas, e a inspiração pulou pela janela. Pulou, mas voltou. Nada que alguns bons livros, conversas com Deus, filmes interessantes e alguns insights não dessem jeito. A maré baixa veio com hora marcada pra ir embora. Então bola pra frente.

“Ah, como sou feliz!”, o pequeno milhafre pôs-se a gritar, “só porque fui corajoso e não deixei de tentar.”  William J. Bennett

Essa frase está em um livro muito legal que eu tenho lido quase todos os dias, o nome é Beijos de Alegria para Mulheres, de Carol Kent e Thelma Well. Me fez parar e pensar. Existe muita satisfação interior quando fazemos coisas que rompem certas barreiras que nós mesmos construímos na nossa mente. Já passei por muitos momentos legais nessa vida, mas a maioria dos que eu considero como mais marcantes foram aqueles em que eu rompi meu meu medo e minha insegurança pra fazer algo inusitado, ou algo que simplesmente eu evitaria fazer para me manter na zona de conforto. Em um desses momentos de iluminação cheguei a apresentar (cantando e tocando) o tema de Titanic “My Heart Will Go On” no anfiteatro da escola com mais algumas colegas corajosas da quinta ou sexta série. Very brave, eu sei.

Hoje eu tive um momento desses. Ontem minha carteira de motorista definitiva chegou. A princípio eu achei o máximo, até porque para mim a permissão para dirigir nunca representou muita coisa. O fato de ter limite para faltas no trânsito com o risco de perder a carteira me dava a péssima sensação que qualquer minuto de bobeira iria me mandar de volta para estaca zero. Auto escola é um mal necessário, então please, que seja só uma vez. Mas a bem da verdade é que eu não dirigi mais durante esse tempo por um certo misto de preguiça, procrastinação e medo. Então a chegada da minha carteira definitiva significou o fim de vários meses de muitas desculpas esfarrapadas. Meu deadline para a vida no banco de passageiro.

Então hoje, no final da tarde, eu me preparei psicologicamente para dirigir depois de mais de sete meses longe da direção. Parece piada, gente, mas quando o relógio marcou 18:20hrs eu comecei a ficar um tanto quanto ansiosa. A mesmíssima sensação que eu tive todas as vezes que estava na fila de uma montanha-russa ou qualquer brinquedo mais emocionante: borboletas no estômago e aquele inevitável pensamento “Por que eu entrei nesse negócio? Como é que eu saio daqui??”. Sentei na cozinha, comi meu hamburger, olhei para o relógio, mordi meu hambúrger mais uma vez e olhei de novo para o relógio. Longos cinco minutos depois meu hamburger tinha acabado e só me restava escovar os dentes e pegar as minhas coisas para ir para faculdade. Chamei meu irmão-co-piloto (até porque eu tenho amor à vida e aos meus queridos concidadãos) e desci para a garagem. Por incrível que pareça, a coisa toda foi muito normal daí pra frente. Dirigir é que nem andar de bicicleta, você pode até dar umas barbeiradas quando recomeça (leia-se: deixar o carro morrer três vezes na saída da garagem e abrir um pouco de mais em uma curva, assustando o motorista desavisado da pista ao lado), mas não esquece. E eu não esqueci. Dizem que a coragem não é ausência de medo, mas sim agir apesar do medo. Eu nunca deixei de andar em nenhuma montanha-russa por frio na barriga, e não pretendo me privar do meu direito de dirigir – suadamente conquistado – por medo também. Fiz isso por muito tempo, e acho que é tempo de mudar.

Ontem eu assisti um filme muito legal que fala sobre romper certos medos e começar a viver. E o mais legal é que o “viver” em questão não é fazer coisas mirabolantes, como saltar de paraquedas ou virar noitadas bebendo todas. É simplesmente fazer coisas simples que você se priva de fazer por muito tempo, e que pode ser toda a diferença entre frustração latente e realização. O nome do filme é Mais Estranho que a Ficcção, e o trailer está aí.

“O perfeito amor lança fora todo o medo.” 1 Jo 4:18

“A vida não é uma jornada até a sepultura com a intenção de chegar em segurança e com um corpo bonito e bem-conservado. É estatelar-se no chão, totalmente exausto e esgotado, e proclamar bem alto: ‘Puxa! Que viagem!’.” Autor desconhecido

Abraços e até o próximo post……………………………;)

Temperamento Controlado pelo Espírito

Oi gente…

“Conhece-te a ti mesmo”  – Oráculo de Delfos

Acho essa frase realmente impressionante*. As pessoas, especialmente nos dias de hoje, estão tão preocupadas em conhecer de tudo um pouco que se esquecem de um  princípio super importante: o autoconhecimento. Se conhecer nossas forças e fraquezas fosse algo estimulado desde a nossa infância, com certeza teríamos muito menos problemas.

Pensando nisso, quero comentar sobre um livro totalmente excelente que eu tenho lido, que se chama Temperamento Controlado pelo Espírito, do Tim Lahaye. Gente, esse livro é mara! Sério, o livro já é bem antigo (foi escrito em 1967, e a edição que eu tenho aqui em casa é de 1982), mas o que ele ensina é atemporal, e nesses tempos de superficialidade e futilidades ele acaba sendo uma ferramenta mais do que necessária. Quero comentar, nas próximas semanas, algumas coisas que eu tenho aprendido com o livro. Mas a minha recomendação é que você leia o livro inteiro. Se você me conhecer pessoalmente, eu posso te emprestar (desde que você me garanta que ele vai voltar inteiro e bonitinho…rsrsrs). Você também pode comprar, nesse site o preço está super razoável http://www.submarino.com.br/produto/1/120473?franq=123747  Mas vamos ao livro.

“Não existe nada mais fascinante a respeito do homem do que o seu temperamento! É o temperamento que supre cada ser humano com as qualidades marcantes que o tornam tão individualmente diferente dos seus semelhantes como os diferentes contornos que Deus deu aos flocos de neve. É a força invisível que alicerça a ação humana, uma força que pode destruir um ser humano normal e eficiente, a menos que seja disciplinada e controlada. O temperamento dá ao homem forças e fraquezas.”

Bom, antes de qualquer coisa eu tenho que falar um pouco sobre o princípio mais importante do livro: a intervenção direta do Espírito Santo. Tem pessoas que defendem a idéia que você pode controlar a si mesmo, se realmente se esforçar nesse sentido. Concordo com essa idéia até certo ponto. Acredito que fomos programados para vivermos em intimidade com Deus, e que só somos completos quando cumprimos esse propósito. Existem fraquezas que nós não somos capazes de driblar, nem com muuuita força de vontade. O melhor que a gente acaba fazendo é evitar situações que façam essas fraquezas aflorarem: evitar estresse, injustiça, trânsito, fila, gente chata, noooossa, se você achar um lugar onde não tiver nada disso me avisa! Sério, eu pago bem!

Mas delírios à parte, enquanto a gente não acha a gente tem que aprender a viver em um mundo pra lá de imperfeito. Eis o que o Espírito Santo faz quando entra na sua vida** (dados comprovados empiricamente):

1) Ele te ajuda a se conhecer e  identificar suas forças e fraquezas;

2) Ele estiiiiiica suas qualidades de uma maneira sobrenatural. Ex.: eu sou naturalmente calma, mas em situações de muito estresse e desespero eu tendo a dar uma pirada. O Espírito Santo me ensina a estar calma em qualquer situação, não porque eu me torno um ser iluminado, mas porque ele é um poder sobrenatural que vive em mim. A sensação que eu tenho é que ele me dá uma força super extra na hora que eu mais preciso;

3) Ele te ensina a lidar com suas fraquezas. Ex de novo: eu sou um pouco impaciente. Quando aparece uma situação potencialmente irritante, ele novamente me dá uma força extra me levando a fazer, muitas vezes, o contrário do que eu faria naturalmente. O poder dele, literalmente, se aperfeiçoa na minha fraqueza***. O fato de ele dar essa força não quer dizer que tudo fica fácil, pelo contrário, eu preciso de muuuita força de vontade também pra mudar meus velhos hábitos. Mas é possível. E isso já é mara :)

Bom, acho que hoje eu fico por aqui. Vamos devagar e sempre. Ahh, e eu vou continuar falando de filmes, músicas e tudo o mais que eu costumo comentar por aqui. Cabe tudo nesse blog (e já pensou eu ficar mais de duas semanas sem falar de música e filme?! Eu hein…rsrsrsrs)

Abração a todos………………………:)

*apesar de estar geralmente limitada às aulas de filosofia e à música do Skank – sim, Garota Nacional também é cultura

**Lc 11:13

***2 Co 12:9-10/Jo 14:23

Desafiando Gigantes

Bom dia, galera!

Se você leu o último post, pode estar se perguntando se eu consegui colocar em prática as dicas muito pertinentes de Richard Carlson. Bom, devagar e sempre, eu acho que estou conseguindo abrir mão das minhas expectativas pouco realistas em relação à vida (mas só das não realistas). Tenho pensado em uma frase-oração que eu curto muito:

“Senhor, me dê serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar, coragem para mudar aquelas que posso, e ainda sabedoria para enxergar a diferença.”

O bom é que ela nos lembra que mudanças interiores significativas só são possíveis com Deus na jogada.

                                                           facingthegiants

E continuando, na última quinta-feira eu vi um filme que eu adoro, e acho que já vi umas três vezes: Desafiando Gigantes. Geeente, esse filme é excelente. Toda vez que eu vejo eu fico um bom tempo pensando nas muitas e muitas coisas que eu aprendo com a história e os personagens. E parece que toda vez que eu vejo é como se fosse a primeira. Ele mostra de uma maneira muito louca o que acontece quando você coloca Deus e a vontade dele em primeiro lugar na sua vida.

E é realmente impressionante, porque durante toda nossa vida a gente tem que encarar certos gigantes. Eu não sei quais são os seus, mas já vi gigantes de frustração, perda, tristeza, e vários outros. Um dos grandes que eu já enfrentei e ainda enfrento é o medo: medo de errar, medo de arriscar minha segurança pra viver situações com grandes riscos, mas também com grandes recompensas, medo de me expor e eventualmente me machucar. Talvez você conheça esse daí. Mas não se engane, dá pra levar a vida sem muitos confrontos diretos com esses gigantes. Funciona assim: você finge que eles não estão lá, levanta a bandeira branca, promete não revidar, e eles não causam muitos estragos. E fica tudo certo. Fica?

Bom, existe uma outra opção. A opção que reconhece que nós não fomos criados pra viver em paz com a derrota e com o medo. É contra nossa natureza, é contra nossa essência. Mas como viver isso na prática? Tem um versículo que diz “Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé.”(1 Jo 5:4) A nossa vitória não está em fazer pose de “eu sou muito forte, e não deixo me abater pelas dificuldades da vida”. Bem pelo contrário, está em dizer “fala sério Deus, esse negócio tá difícil e eu não dou conta sozinho não. Dá para me ajudar?”. Entregar os betes e deixar Deus assumir o comando não é fim da linha e nem motivo de vergonha. É o começo de uma vida de significado, milagres e conquistas. É entender que a união de um ser humano limitado e um Deus ilimitado é uma parceira destinada ao sucesso. No final das contas, o vencedor não está só.

Eu recomendo esse filme para algum de seus momentos pipocas. Não tem erro. A qualidade do trailer não é a melhor possível não, mas já dá um gostinho.

Hoje eu fico por aqui. Ah! E antes de ir embora eu queria agradecer todos os comentários que eu tenho recebido. Eu não tenho respondido um por um, mas tenho lido e curtido muito. O que seria do blog sem os leitores? Thank you all!

Abração……………………………………… : )