Amo o que eu faço, faço o que eu amo

11 maio

Oi gente!

Como sempre, fiquei um tempinho longe, mas já estou de volta🙂

Ahh, e hoje eu estava pensando em algumas coisas. Estava pensando em como é importante a gente fazer algo que a gente realmente goste. Melhor ainda: algo que a gente curta e consiga fazer bem. Não quer dizer que a gente tem que ser bom em todos os nossos hobbys.

Eu, por exemplo, gosto de fingir que eu sei jogar vôlei. Eu arrumo alguns amigos mais habilidosos que eu  – o que never requer muito esforço, me posiciono na quadra e tento não atrapalhar as boas jogadas…rsrs (a melhor das qualidades: reconhecer quando você não tem uma). Mas não se engane, meu time tem ganhos reais com minha presença: muita animação (porque eu grito cada vez que eu encosto na bola e dou pulinhos quando meu time faz pontos) e 90% de aproveitamento de saques (toma essa, Giba)*.

Tentativas à parte, não é desse tipo de coisa legal que eu estou falando. Estou querendo falar daquelas coisas que você curte fazer, e sabe que faz bem. Todo mundo é bom em alguma coisa. Eu tenho amigos que são bons para falar em público, ou para fazer vídeos, ou para negociar e até para compor músicas. Inclusive tenho alguns que são muito bons para aconselhar, para levantar o astral ou simplesmente para garantir que não haja mais de 3 segundos sem conversa em uma rodinha (é, eu não podia deixar passar, Rafael). Você deve conhecer algum desses.

O meu conselho – quando for possível, of course é que você una o útil ao agradável. Tente trabalhar ou estudar algo em que você já se saia bem, se realize. Mas se agora não dá para fazer isso, procure pelo menos um espacinho na sua agenda para fazer uma coisa que você realmente curta.

E sabe o que é mais divertido? Quando você faz uma coisa que você gosta, você rala horrooores e ainda acha bom. Você vira um escravo feliz. A compensação de ver a coisa pronta é tão boa que você nem percebe que gastou horas, suor, neurônios, fios de cabelo, e até saídas só para fazer o negócio dar certo.

Por exemplo, escrever no blog. Eu gosto muito mesmo. Mas eu sou absurdamente enrolada pra escrever um post. Você pode ter certeza que a maioria deles não foram realmente escritos na data que consta lá no cabeçalho. Eu demoro, eu edito, no outro dia eu reedito, e se deixar eu apago tudo ou deixo no rascunho porque não gostei do resultado (mulher chataaa). Apesar de toda essa novela, eu gosto. E quantas coisas não são assim comigo? Já passei várias horas fazendo um mísero anúncio em um trabalho de faculdade que valia uns parcos 5 pontos. No último retiro da igreja eu passei dias baixando e analisando músicas para fazer uma playlist que ficasse realmente do jeito que eu queria (sabendo que eu seria uma das poucas que realmente iria prestar muita atenção nisso durante o evento…rsrs). E ainda solto aquela frase idiota, típica das loucos-porém-felizes: se pudesse, faria tudo de novo.

Ah..sim, faríamos. E ainda faríamos de graça. E agradecendo pela oportunidade (“que isso, nem deu trabalho…quando precisar, é só falar, viu?”).

Ê Jesus…então não perde tempo, não. Vai procurar o tal espaço na sua agenda para fazer essa coisa que você sabe que faz bem. E não subestime essas coisas, você pode acabar encontrando sua carreira😉

E para acabar o post feliz, vamos colocar uma música do tempo do onça. Eu achei esse CD  lá em casa esses dias atrás, e a gente ouvia pra caramba há uns muuuitos anos atrás. O nome da música é Hey You, do Bachman Turner-Overdrive, e do CD é I Love Rock.

Agora repare beeem no visu da galera. E na animação da platéia. É o que deixa esses clipes dos anos 70 tão assim…especiais…hehe. Mas se não quiser distrair com o clipe, só ouça a música no segundo vídeo, que tem menos informações. É muuuito legal.

É, o segundo vídeo tá com aqueeela qualidade. É de um doidão que pôs uma câmera na moto e foi dar umas corridas por aí…rsrs

E fico por aqui. Abraços para todos……..🙂

*Tudo bem, eu confesso – o time de lá tem que estar com sérios problemas táticos pra não pegar meus saques. Mas não vamos estragar meu momento de glória.

2 Respostas to “Amo o que eu faço, faço o que eu amo”

  1. Fernando maio 11, 2010 às 1:07 pm #

    Concordo Déia! Estava pensando nisso recentemente. Acontece que ficamos aprisionados em nossa rotina e responsabilidades que esquecemos de aproveitar as coisas boas da vida. Como disse Michael Flocker, autor do livro Manual do Hedonista, em uma entrevista à veja:
    “As pessoas passam a vida querendo ver a conta do banco crescer e esquecem que a vida está acontecendo agora, não daqui a dez anos ou quando se aposentarem. Vivem conectadas com o mundo, mas não consigo mesmas. Simplesmente esquecem de viver”

    Ah! A propósito mudei meu Blog de nome, rsrs!
    Ficarei lisonjeado em tê-la como seguidora e de fazer a alteração no seu Blog do link! rsrsrs!!

    Abraços!!
    Fico por aqui..

    =D

  2. blogdadeia maio 12, 2010 às 3:52 pm #

    Ai Fernando, eu não tinha atualizado ainda, né?
    Bom, agora eu fiz o pacote completo: atualizei nome, link e já estou te seguindo!! rsrs

    Ah, e muuito legal a citação😉

    Bjoos =)

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