Porque todos precisam de uma boa costureira

29 nov

Oi gente!

Hoje o post é sobre uma necessidade universal: ter uma costureira de confiança. O motivo é bem simples e comum a todos. Pensa aqui comigo, as roupas que estão nas lojas são feitas em cima de um molde, com medidas padronizadas para cada “manequim” (so old school). Por mais que seja uma boa aproximação, dificilmente alguém se encaixa exatamente nessas medidas. É claro que nem sempre isso dá uma diferença significativa, e é por isso que a maioria das peças que eu compro não precisa de ajustes. Se for um tecido que se ajusta ao corpo, como malha, mais fácil ainda de dar certo.

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Mas para roupas de tecido com pouco ou nenhum elastano, o caimento não fica tão bom com a mesma facilidade. Se você tem o quadril mais largo e a cintura mais fina, já deve ter experimentado várias calças que ficam “sobrando” na cintura. Aí de duas a uma: ou não compra a calça, ou usa ela eternamente com cinto. Já pode até deixar o cinto nela, porque essa parceria é até a morte.

Ou pode ser que você tenha o busto maior, e os botões da camisa ficam abrindo quando você tenta fechar. Mas se você pega um número maior, fica larga na cintura. Barra de calça é batata. Eles geralmente fazem elas mais compridas (graças a Deus para mim e para outras pernalongas) exatamente para dar certo com mais de um tipo de corpo. Então a barra tem que ser ajustada.

Acredito que a maior parte das lojas hoje em dia já oferece serviço de ajustes. Se tiver, aproveite. A opção mais prática é levar a roupa prontinha pra casa. Mas se não tiver – ou se você estiver comprando fora da sua cidade e não tem tempo para esperar o ajuste -, não desista da peça tão facilmente. Tenha uma boa costureira à mão!

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O melhor jeito de arrumar uma costureira é por indicação. Aliás, com qualquer tipo de serviço a melhor opção é essa. Se você não tem, ou a sua não é muito boa, troque ideia com amigos, colegas, parentes e conhecidos. Alguma santa vai ter uma boa dica pra te dar. Ou um santo. Sim, porque esse conselhos são absolutamente válidos para os homens pelos mesmíssimos motivos. Meu pai mesmo é um dos homens bem instruídos que ao invés de usar roupas largas (ar de desleixo) ou justas (ninguém merece), manda ajustar todas que não ficam realmente boas. Mulheres gostam de homens bem vestidos, rapazes!

Há costureiras que lidam só com ajustes e tem as que realmente fazem roupas. Hoje vou falar dasfazedoras de ajustes.

Fazedoras de ajustes

São as mais comuns, e não é difícil encontrar uma pelo menos razoável. De preferência, procure uma que também tenha bons preços. Ao invés de levar uma peça de cada vez, eu costumo juntar algumas para facilitar a vida. Minha dica é: se esforce para ser criteriosa. Eu digo isso porque já adotei várias vezes aquela atitude “ahh…tá bom assim mesmo”, sabe? Quando a gente não está 100% satisfeita mas deixa passar? Você não precisa deixar passar, porque quem vai pagar o pato de uma roupa mais ou menos é você. Então seja específica sobre o que você quer e olhe várias vezes no espelho para ter certeza. Sente-se e faça movimentos para ver se nada vai ficar justo ou curto demais.

Se for calça reta ou com boca mais larga, talvez você prefira a barra cobrindo a maior parte do salto para alongar a perna. Nesse caso, é uma boa levar um sapato de salto para medir.

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Se você fizer o ajuste e não ficar muito bom, peça um “reajuste”, se possível. Eu digo se possível porque se for o caso de uma calça que ficou curta demais, por exemplo, aí não tem remédio. Mas em muitos casos é possível mexer novamente até ficar realmente bom.

Agora voltando ao início, é válido dizer que dependendo do ajuste necessário, não compensa comprar uma roupa que não fique legal. Mas em muitos casos, principalmente quando forem peças boas e de qualidade, alguns ajustes são perfeitamente normais e bem-vindos. Há muitas mulheres cujo corpo parece não dar certo com nada. Se for seu caso, não se resigne com roupas sem caimento, procure uma costureira!

E lembre-se que é sempre melhor comprar algo que sobre tecido (na cintura, na barra, etc.) e fazer um ajuste simples, do que usar um número a menos e ficar com tudo pulando para fora. Aí não tem cristo que salve.

Bom gente, fico por aqui.Se tiverem mais dicas e comentários, compartilhem! 🙂

Abraço a todas =)

O que o céu diz

28 nov

“Acho difícil que um indivíduo contemplando o céu possa dizer que não existe um criador” – Abraham Lincoln.

Boa semana a todos =)

Paradise – Coldplay

24 nov

Oi gente!

Passo rapidinho aqui para deixar o último single do Coldplay, banda que vira e mexe solta aqueles singles autenticamente britânicos que todo mundo gosta e escuta até não dar mais conta (me conta depois se você não vai se pegar cantando “para…para…paradise”). Paradise é mais um muito bom, com direito a um clipe com a história de um elefante fugitivo. Enjoy!

Abraço a todos =)

The Outsiders

8 nov

Oi gente!

Primeiramente gostaria de dizer que sim, vamos continuar com o Papo de Menina, mas estou oficialmente desvinculando a coluna das terças-feiras, ou de qualquer outro dia da semana. Primeiro, porque 80% dos posts foram nas quartas. E eu não tenho uma boa explicação para isso. E segundo, porque digamos que escrever sobre um assunto específico em um dia da semana específico requer… como eu posso dizer? Um nível de disciplina para o qual este pobre ser humano ainda não está psicologicamente preparado. Tenham fé na minha pessoa que um dia eu chego lá. E até lá, qualquer dia pode ser dia de moda, Sandy e Junior, Backstreet Boys e Cia Ltda por aqui.

Hoje quero postar uma música que eu adoro, de uma banda que eu adoro mais ainda: Needtobreathe (tudo junto mesmo). É uma banda americana com um som meio folk, rock e algo do tipo. Super melodiosos, letras boas, arranjos muito bons, e um som muito legal.

Para muitas pessoas pode soar como uma banda nova, mas eles já estão na estrada há um bom tempinho. Tem quatro álbuns lançados, e suas músicas já apareceram em alguns filmes e séries, incluindo P.S. Eu Te Amo e The Hills. Eles ficaram mais conhecidos esse ano por abrirem os shows da última turnê da Taylor Swift. Se você é um cueca, saiba que isso não é um indicativo de banda-que-só-menina-gosta-de-ouvir. A música deles também apareceu em Prison Break (série de macho, sim senhor).

O vídeo de hoje é da música The Outsiders, faixa título do penúltimo álbum da banda. Esse álbum é perfeito, música boa atrás de música boa. O último ainda preciso conhecer melhor, mas tenho um pressentimento que ele não só é bom, como está a caminho (família americana, estamos no aguardo).

 

Espero que tenham curtido! Qualquer dia desses posto mais material deles.

Abraço a todos =)

Trânsito: 7 bilhões de pessoas e zero civilidade

4 nov

Oi gente!

Na semana que a população mundial chega a estimados 7 bilhões, todos paramos para pensar nas implicações desse novo número. Na verdade, cabem sérias reflexões sobre o assunto, principalmente no que diz respeito ao excesso de consumo e desperdício de alguns e absoluta falta de condições básicas para outros.

Mas onde estamos sentindo o impacto desse número mesmo é no trânsito. Como se não bastasse o crescimento populacional, está cada vez mais fácil ter acesso a um carro próprio, o que é ótimo – em partes. Por mais que o transporte coletivo eficiente é um dos símbolos do desenvolvimento, a verdade é que todo mundo gosta de ter seu carrinho, e não culpo ninguém porque eu também acho muito bom ter o meu.

A questão é que a habilidade no trânsito não está aumentando na mesma proporção. Gente, isso é sério. Isso mata. Mata literalmente ou mata de raiva. Aqui na capital do cerrado a coisa é feia. Há algum tempo atrás vi uma cena que me fez pensar no retrocesso que a humanidade está vivenciando em termos de civilidade.

Estava eu tranquilamente no quarto, às 18h de uma sexta-feira movimentada, quando ouço gritos. Eu moro bem no Centro, então estou razoavelmente acostumada a demonstrações públicas – e totalmente impróprias – de desafeto, especialmente no meio de uma madrugada regada a álcool. Mas era um fim de tarde sóbrio e movimentado, e aquilo soou estranho. Fui checar e eis a cena que vi do alto do meu prédio:

Um carro parado no meio da rua. Um pouco à frente, uma moto atravessada na pista e estacionada, bem em cima da faixa de pedestres, estrategicamente bloqueando a passagem do carro, pelo que vim a descobrir. Uma discussão ultra acalorada estava acontecendo. Não deu para entender o contexto, mas parece que a motorista do carro deu uma fechada no cara da moto (que tinha um passageiro) há mais ou menos um quarteirão de distância, ele deve ter reclamado, ela retrucou, a coisa esquentou, e no próximo “PARE” – bem debaixo do meu prédio – eles pararam para tirar satisfação.

Tirar satisfação realmente é um eufemismo. A coisa estava nesse nível:

Ele: – Você é uma siliconada!!

Ela: – Eu tenho dinheiro mesmo!! E você que é um pobre? Eu tenho dó da sua mulher!!

Ele: – Ahh, e você vai para @&*!%!!!!

E a coisa foi daí para baixo. Estou no meio da selva, pensei. Daqui a pouco o Tarzan aparece para nos salvar.

Como se não fosse bastante a desavença no nível verbal, eles quase foram para a luta livre. Houve um momento em que o companheiro do motociclista jogou o capacete no chão – na verdade, ele fez isso várias vezes – e avançou em cima da mulher. Ai meu Deus, cada a polícia que não chega? Sério gente, o que acontece com essas pessoas?

Por fim a mulher entrou no carro, e ficaram todos esperando a polícia chegar. Não sei como foi o desfecho, mas depois que fizeram o B.O. todos fizeram o favor de desocupar a rua, que a essa altura já estava bem congestionada. Fim do show de horrores.

Agora imagine só, uma mulher gritando e xingando que nem uma louca (na verdade, parecia um homem sem educaçã0) e dois homens esquentados e com pouco respeito pelo sexo oposto. Sinceramente, é provável que um deles tenha errado primeiro, mas depois daquela cena ridícula ninguém merecia o título de inocente.

Fica claro que temos pensar muito bem antes de nos sentarmos atrás de um volante. Somos capazes de sermos pelo menos civilizados, mesmo que as outras pessoas não sejam? Porque essa é a questão, não é? Manter o nível quando os outros não mantem.

Não acho isso nem um pouco fácil. Eu me estresso sim e critico os outros conversando comigo mesma (“Bonito amigão!!” ou “Então você comprou a rua e não avisou ninguém, né?!”). Mas em um mundo onde as pessoas perderam o bom senso e a educação, precisamos fazer um esforço extra para segurar a onda e não partir para a ofensiva. Ainda somos seres humanos. E respeito ainda é a única coisa que se pode exigir do próximo.

Se os outros não percebem isso, pelos menos faça sua parte subindo o nível. Como eu já disse aqui, por mais tentador que seja, nunca devemos nivelar por baixo. Acredite, ainda existem pessoas finas por aí.

Abraço a todos =)

Asa-delta no Rio! Anima?

27 out

Oi gente!

Há exatamente duas semanas eu estava na rampa da Pedra Bonita, no alto da Cidade Maravilhosa, pronta para saltar de asa-delta. Tive o privilégio de ficar mais de meia hora esperando pela minha vez. Privilégio? Bom, quando a vista é essa aqui…

Vista de São Conrado retirada deste site: http://bit.ly/tCRiW3

…eu realmente não me importo em tomar chá de cadeira. 🙂

Pular de asa-delta é uma daquelas experiências que constavam na minha lista de Coisas Legais que Vou Fazer na Vida. Aliás, acho que essa é uma lista que todo mundo devia ter. Quando a gente escreve e oficializa o desejo, a antena fica ligada em qualquer oportunidade de realizar aquilo. Guardamos dinheiro, nos programamos, e aí a probabilidade de ver a coisa acontecendo é muito grande. Mais do que sonhar alto, é muito importante fazer por onde para ver as coisas legais acontecendo na sua vida.

Agora a experiência é in-crí-vel. Uma delícia, de verdade. Muita gente pergunta como eu e meus amigos tivemos coragem. E a primeira coisa que eu tenho a dizer é: não é tão tenso assim. Fiquei mais tensa no dia anterior do que na hora do vamos-ver. Quando estava voando então, foi suuussa! É tão bom brincar de passarinho e a vista é tão linda que nem tive tempo de pensar o que eu ia fazer se o negócio caísse. Na hora, a palavra de ordem é: relaxe. E curta a vista. 😉

Acho difícil um lugar mais legal para voar do que o Rio. Eu realmente adoro essa cidade, então acho que sou meio suspeita pra falar. Mas uma cidade encravada no meio da natureza, cheia de morros, matas e praias? Não tem erro. Tudo fica ainda mais interessante lá de cima.

E para você que quer saber como funciona esse negócio de voar de asa-delta no Rio, vou deixar um passo-a-passo de como foi para mim e meus amigos.

  1. Há várias “empresas” que fazem o vôo. Na verdade, são instrutores de vôo que fazem parceria com outros pilotos para realizar os vôos. O jeito mais fácil de procurar e escolher a que você quer é pela internet. Pelo que vi, o preço não varia muito e fica perto dos R$200. Minha amiga recebeu uma indicação do Beto (http://www.betorotor.com/)  e fechamos com ele nesse valor. Super aprovado!
  2. A gente deixa pré-agendado por e-mail (porque tudo depende das condições do tempo na hora do vôo). Marcamos um lugar onde eles ficam de nos buscar que, no caso, foi um shopping na praia de São Conrado. É sobre essa praia que sobrevoamos. Se você estiver hospedado na Zona Sul ou na Barra da Tijuca, eles podem te buscar. O transfer é R$40 para 4 pessoas.
  3. Nos buscaram em um buggy amarelo, com uma asa-delta desmontada em cima. Primeira impressão, niiiice!
  4. Eles nos levam de carro até a sede do clube de asa-delta de São Conrado. Lá a gente paga R$15 pra fazer uma carteirinha, porque legalmente a experiência precisa ser considerada como uma “aula de vôo”. Na prática, você vai sair pilotando tão bem quanto menino de 3 anos que nunca viu carro em um primeiro dia de auto-escola.
  5. Eles definem quem voa com qual instrutor, assinamos um contrato (“Diga para minha mãe que eu morri feliz”), e subimos o morro de carro até a rampa de salto.
  6. Lá vestimos a roupa-de-olimpíadas-do-faustão e treinamos a corridinha com o instrutor. Essa é a única coisa que a gente tem que fazer: correr na rampa na hora de saltar. Quanto mais rápido e sincronizado, melhor a saída. Então, mesmo que pareça uma galinha estúpida e desengonçada, corra!
  7. Nos prendem na asa-delta e entramos na fila. É uma galera saltando todos os dias.
  8. Corremos e saltamos (uhuuuuu!). Tem que gritar, viu?!
  9. Dura uns 10 minutos normalmente. Raramente, quando o vento está excepcional, pode durar mais. Mas 10 minutos já são suficientes para curtir muito!
  10. Hora de pousar. É um pouco tenso, eles dão meio que um mergulho tipo descida de montanha-russa, mas é friozinho-gostoso, e não friozinho-eu-vou-morrer-eu-vou-morreeeeer!!!
  11. Só uma dica: quando estiver quase parando, tente ficar do lado do instrutor, e não atrás dele. Sair arrastando o joelho na areia…não é legal.
  12. As fotos e a filmagem são à parte. Cada um é R$50. Você escolhe o que quer, pega o CD e paga tudo. É bom que a gente só paga depois do vôo.
  13. Fim!

Sabe quando você acaba de ir em uma coisa muito legal e quer ir de novo? É essa sensação que dá: let’s do it again! Nada que R$200 não possam fazer. É…fica pra próxima.

Como eu já disse, a experiência realmente é incrível, e só não recomendo se você morrer tiver fobia de altura. Mas em todos os outros casos, o medo é totalmente superável. A minha filosofia nesse tipo de coisa é: se alguém deu conta, eu também dou.

Fica então a dica para você que gosta de um pouco de aventura. Lembrando sempre que o que se leva dessa vida é a vida que se leva. 😉

Abraço a todos =)

Inevitável imperfeição

21 out

Eu não sei quanto a você, mas para mim a realidade da imperfeição sempre foi algo difícil de engolir. Acredito que Deus criou os seres humanos originalmente para viver em um mundo perfeito. Mas adivinhe só? Graças a nossos ancestrais a perfeição desse mundo não durou nada e agora temos que lidar com problemas do lado de dentro e do lado de fora, todos os dias.

Quando se é um perfeccionista, a luta parece dez vezes maior. Em tudo buscamos um estado ideal que simplesmente não existe, seja no trabalho, nos relacionamentos, na maneira de agir, de pensar ou sentir. Se não soubermos controlar nossa ânsia pelo ideal, estamos fadados a um triste sentimento de derrota.

Nem só os perfeccionistas sofrem com isso. A verdade é que todos nós em algum momento olhamos para nossa vida e constatamos que ela não está acontecendo bem com gostaríamos. Não estamos tão bonitos ou tão em forma, nosso emprego não é tão interessante, o dia a dia não é tão emocionante, os projetos não estão em dia, não temos grana para tudo que queremos, não somos tão legais e pacientes como gostaríamos. Por mais que tenhamos alguns momentos de glória e merecido refrigério, a verdade é que em 90% do tempo estamos às voltas com todas as frustrações de um ser humano imperfeito vivendo em um mundo igualmente imperfeito.

Se você se identifica com essas frustrações, deixo algumas dicas de quem está aprendendo no meio do jogo o que é driblar o adversário.

1. Não existe perfeição: Essa palavra bem podia ser banida do planeta Terra se não fosse tão útil como força de expressão (eg: “Comprei um vestido perfeitooo!”). O fato é que quanto mais cedo aceitamos os erros e limitações como fatores normais e inevitáveis, mais fácil é ficar de bem com a vida. A mega fila do banco roubou 2 horas do seu dia? Normal! Você errou a mão e o molho ficou ruim? Acontece! Brigou com seu amigo? Relacionamentos são assim mesmo! Você não precisa sorrir de orelha a orelha diante de cada revés, mas também não precisa se descabelar como se fosse o fim do mundo. Essa é a vida. E ainda assim, ela é bonita.

2. Todo dia é um novo dia: Talvez você esteja familiarizado com essa cena: você coloca a cabeça no travesseiro e instintivamente fica remoendo o fora que deu, a estudada que não deu, o “feliz aniversário” que esqueceu de dar, o “me desculpa” que preferiu não falar, enfim, tudo aquilo que te colocou para baixo ao longo do dia. Sabe o melhor a fazer? Dormir. Não perde tempo, não. Dorme logo e bastante. Quando você acordar vai estar em um novo dia. Uma folha em branco, uma nova chance de esforçar mais, de pensar mais antes de agir, de aproveitar melhor seu tempo, de ser uma pessoa melhor com os que estão ao seu redor, de curtir mais a vida. Já te aviso que seu novo dia não vai ser perfeito. Mas sabe do quê? Pode ser realmente incrível.

3. Não seja seu próprio carrasco: Acredito que é essencial desenvolver a capacidade de se analisar e reconhecer todas as áreas em que precisa melhorar. Mas isso é muito diferente de se martirizar. Você não precisa ficar se matando de culpa o tempo todo por ter pisado na bola de novo. A culpa nos deixa irritados, deprimidos, frustrados, desesperançosos. Pessoas assim não vencem na vida. Elas azedam suas vidas e a vida de quem está por perto. E eu e você não queremos isso. Então quando a culpa tentar te manter no chão, pense em todas as muitas qualidades e aspectos positivos de sua personalidade. Pense em todos os seus acertos. Pense nos momentos em que você deu a volta por cima, deu um golpe de mestre, fez algo que parecia além de suas capacidades, foi além. Isso sim é um ótimo combustível para te manter firme no processo de se tornar uma pessoa melhor.

4. Pior do que errar, é não aprender e consertar: Se você já leu um pouco a Bíblia, talvez tenha notado que Deus é muito realista. Ele não fica chocado com nossos erros. Ele não balança a cabeça e diz “Tsc, tsc”. Ele oferece um caminho prático. Pisou na bola? Se arrependa, aprenda a lição e conserte o erro. Simples assim. A lamentação é pouco produtiva e surpreendentemente confortável. Você reclama do que deu errado, mas fica só no estágio do remorso, ou seja, não reflete sobre a raiz do problema e não faz nada para consertar o que aconteceu. Todos os caras relevantes da Bíblia cometeram erros feios, mas o que deu a palavra final na vida deles foi a atitude de se arrepender, pedir perdão e fazer o certo. Isso é caráter. E caráter é algo que todos nós precisamos.

5. A palavra é crescer: Existe um provérbio que eu adoro: O caminho do justo é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até se tornar dia perfeito. Isso é o que você deve almejar na sua vida: crescimento constante. É olhar para trás e perceber que você já melhorou muito. Pode estar anos-luz do que gostaria, mas definitivamente está muito melhor do que já foi. Não se conforme com tudo de ruim que acontece, seja por dentro ou por fora. Pelo contrário, lute para se tornar melhor e fazer do mundo um lugar melhor. Mas não se esqueça que isso leva tempo. O crescimento não é um processo de dias ou meses, é uma jornada de uma vida. Então siga em frente.

Essas são as dicas de hoje. Espero que sejam úteis para você na hora em que o frustração tentar te dominar! Precisamos nos lembrar que no final das contas, é a gente que escolhe a vida que quer ter. 😉

Abração a todos =)