De volta

Oi gente!

Gente, gente, me explica um negócio. Entrei no blog hoje e pensei: hummm……deve ter até teia de areia por aqui porque dois meses fora realmente é demais. E qual não é a minha surpresa quando eu vou olhar as estatísticas e vejo que elas suuuper subiram nesse tempo que eu tive fora?! What does that mean?! Eu vou parar de escrever mesmo!…ahuahauhauhahauha

Aiai…mas é sério. Estou tendo um fim de ano (uuui, já podemos falar fim de ano) meio atarefado  demás, então o blog meio que ficou totalmente em segundo plano. Não que eu esqueci dele, só não tirei um tempo decente para escrever. Mas hoje eu resolvi voltar. Assim, tipo, sem promessa de ficar muito tempo, sabe? Por motivos especiais dezembro promete ser um mês mais tranquilo que novembro, então aí eu volto pra valer.

Mas vamos parar de falar do futuro, porque o presente já dá trabalho demais. Ai, e que isso não soe pessimista – meu presente está desafiador mas muito bom :)

Hoje eu cheguei aqui meio sem assunto. Estava tão animada em voltar que até esqueci de pensar em alguma coisa pra postar aqui. Então vou falar um pouquinho do último filme que eu vi.

 distrito9

Bom, como eu posso dizer? Eu gostei muito da história. Achei inteligente, interessante, diferente. Para nós que estamos mais que acostumados a ver filmes americanos com ETs malignos e hostis sendo vitoriosamente combatidos por heróis bonitos, inteligentes, e assim….bem americanos, Distrito 9 é um filme super fora do padrão. Esqueça toda o duelo ET-malvado-desprovido-de-misericórdia  X humanos-americanos-bonzinhos-pilotando-caças-pra-defender-a-Terra de Independence Day: em Distrito 9, você fica fã é dos alienígenas. Sério, não sobra um ser humano por quem valha a pena botar a mão no fogo – é um pior que o outro. O personagem principal então, méééu Deus, é O anti-herói. Por Deus que eu estava torcendo para o cara morrer de uma vez. Mas o pior do filme na minha opinião é o excesso de violência (note a  relação paradoxal com a frase anterior…rsrs). Sério gente, que sanguera, que nojeira, que agonia, aiaiai. Acho que não precisava de tudo aquilo, tirou um pouco do lado interessante da história, eu saí até estranha do filme (coisa podre demais na minha cabeça). Mas eu não deixaria de ver o filme. Como muitos já sabem, a idéia de colocar os alienígenas como a parte marginalizada pela sociedade, um verdadeiro peso indigno de qualquer ato de misericórdia, é uma grande crítica à dura realidade que muitas pessoas já viveram e ainda vivem de discriminação, marginalização e, mais especificamente, apartheid. O que vemos no filme é horroroso, mas honestamente, não é muito diferente do que está acontecendo no mundo. Não dá para se fazer de cego. Não, na verdade dá sim. Infelizmente, né?

Anyway, se você não ligar para um sangue espirrando por aqui e muitas coisas nojentas voando acolá, talvez goste do filme. Mas please, se não gostar,  não vá ficar bravo comigo porque eu (meio que) elogiei o filme. Não é do tipo que agrada a gregos e troianos. E tem muito filme feliz em cartaz para se ver. Tá Chovendo Hamburguer, O Golfinho – A História de um Sonhador…olha que feliz. Garanto que esses não tem erro. Eu sou super pró-filmes felizes.

Quero postar uma musikitcha também, porque um post de volta merece, não merece?

Very good. Ahh gente, e não vai embora só porque eu voltei não, viu?…rsrsrsrs

Abração a todos e boa semana……………:)

Amar e mudar as coisas me interessa mais

Oi galera…

Eu firulo tanto para escrever nesse blog que acabo ficando dias sem nenhum post….Mas pra quê complicar, né? Tem dias que tudo o que a gente quer é ouvir uma boa música. E se puder ter uma letra legal e honesta, melhor ainda.

Sing along… :)

Eu não estou interessado em nenhuma teoria
Em nenhuma fantasia nem no algo mais
Longe o profeta do terror que a laranja mecânica anuncia
Amar e mudar as coisas me interessa mais
muito mais…me interessa

Eu não estou interessado em nenhuma teoria
Nessas coisas do oriente, romances astrais
Minha alucinação é suportar o dia-a-dia
Meu delírio é a experiência com coisas reais

Um preto, um pobre,
Um estudante, uma mulher sozinha
Blue jeans e motocicletas, pessoas cinzas normais
Garotas dentro da noite…revólver:”cheira cachorro”
Os humilhados do parque com os seus jornais
me interessam
Amar e mudar as coisas me interessa mais

Um corpo cai do oitavo andar 
A solidão das pessoas nessas capitais 
A violência da noite…o movimento do tráfego
Amar e mudar…amar e mudar
Amar e mudar as coisas me interessa mais

Eu não estou interessado em nenhuma teoria
Em nenhuma fantasia nem no algo mais
Longe o profeta do terror que a laranja mecânica anuncia

Amar e mudar as coisas me interessa mais

Abração a todos…………………….:)

O saldo positivo da gripe

Oi people!

porco

Sentada confortavelmente em meu pufus cor-de-rosa estou pensando que afinal, esta gripe trouxe pelo menos uma coisa boa para minha rotina: duas semaninhas a mais de férias, muitíssimo bem-vindas. Quando fiquei sabendo que as aulas iriam ser adiadas não gostei muito da ideia, até porque depois de três anos meio enroscados por conseqüência da última greve nada melhor do que um calendário acadêmico totalmente normal e previsível. Maaas já estou mal acostumada e super curtindo não ter que fazer nada à noite, então foi com um certo pesar que eu recebi a notícia que as classes voltavam semana que vem…ahhhh….agora que estava ficando bom….rsrsrs….você tem que entender que eu sou um ser humano altamente adaptável: na maior parte do ano eu estou correndo com milhões de coisas pra fazer e curtindo a rotina ”produtiva”, mas quando eu entro de férias…humm…dá até pra achar que eu nasci para o dolce fare niente. Eu leio, durmo, assisto filmes, séries, toco violão, fuço a geladeira, e nessa toada vou longe.

E claro que essa deve ser uma das pouquíssimas vantagens dessa gripe, além é claro de propiciar (esperançosamente, devo dizer) uma possível melhora nos hábitos de higiene do povo brasileiro que, vamos combinar, nunca foi assim uma Brastemp. De negativo, além do óbvio, temos uma neurose generalizada que se manifesta em diferentes graus de acordo com as predisposições hipocondríacas de cada um. Na verdade, posso dizer que isso está mais para engraçado do que negativo. Logo que a coisa começou a ficar mais preta aqui na minha cidade, com direito a cinema fechado e briga para comprar aqueles adoráveis gelzinhos (ou geizinhos?…whatever), os sintomas comecaram a pulular por todos os cantos. De repente apareceram umas tosses estranhas aqui, uns espirros mais frequentes ali, umas indisposições acolá, até eu que fiquei o inverno inteiro sem gripar tive alguns meios-sintomas (se é que dá para entender o que é isso..rsrs). Com todo o respeito e sinceros desejos de melhoras aos verdadeiros gripados, eu não sei se a gripe suína está com essa bola toda não, mas acho que a psicológica está bombando! hehehe Deve ter muita gente engolindo espirro por aí para não receber olhada torta de quem está por perto.

 esquadrao

Mas vírus à parte, quero deixar algumas recomendações para vocês hoje. A primeira é principalmente para as laidies de plantão. Comecei a seguir o programa da SBT Esquadrão da Moda e estou curtindo muito, eles dão umas dicas de moda bem legais e ainda dá para dar umas boas risadas dos comentários dos apresentadores - especialmente do Arlindo e suas ótimas piadinhas – e do gosto..assim…duvidoso das participantes. As versões inglesa e americana do programa são ótimas, se você tiver acesso ao canal também recomendo.

pipoca_esquerda

Fui afugentada do cinema, então só vi filmes mais antigos, mas vale comentar: Juno – demorei uma vida para assistir mas achei super interessante e divertido; Noites de Tormenta – gosto da atriz (Diane Lane) e mais ainda do Richard Gere, que está um sessentão (é minha gente, acho que estamos ficando velhos mesmos, hein?) charmosérrimo; Trilhos do Destino – para quem gosta de bons dramas; Ela e os Caras – a Amanda Bynes é a mesma em qualquer filme, sempre engraçada e gente boa, e o filme é super a cara dela (até meus amigos-homens gostaram, viu?); Independence Day – diretamente dos anos 90 (e de um horário já nada nobre na TV), é o típico filme americano exageradamente patriótico (como todos os outros 90%), mas que eu não canso de ver.

Ah! Um que eu não recomendo: Caçados. Meeeeu Deeeeus, que filme trash é esse?! ?! Eu bem que tentei ver sábado passado na Globo, mas não desceu. Junta um bando de leões possuídos com um bando de gente burra, e o que vira? Aquilo mesmo que você pensou - vai por mim,  não compensa seu tempo.

 E como esse post já está virando A História Sem Fim, vou ficando por aqui. Para não acabar o post sem música, vou deixar uma sugestão que o meu irmão anda ouvindo demaaais e grudou na minha cabeça que nem chiclete. Você já deve ter ouvido algumas dezenas de vezes por aí, mas música boa merece repeteco.

Into the Night – Santana & Chad Kroeger

Enjoy e até a próxima….:)

Para onde você está indo

Hoje eu gostaria de começar este post com algumas perguntas. Perguntas que eu faço a mim mesma, e quero dividir com vocês. Depois do meu desaparecimento, achei que já era hora de voltar, né? Então aperte o cinto porque sem querer (eu juro!) eu acho que vou compensar todo meu silêncio desse último mês aqui no blog!…rsrsrsrs

Gostaria que você parasse um pouquinho. Imagino que o blog é uma das muitas coisas que você está lendo hoje na net, mas respira fundo e pára só um pouquinho.

Agora eu gostaria que você pensasse para onde você está indo. Acho que todos nós queremos chegar a algum lugar, não é? Mesmo sem pensar, damos uma direção para nossa vida. Humm…estou apertando muito? Deixa eu simplificar um pouco. Em quais coisas você tem investido? Em um relacionamento? Em uma carreira promissora? Em uma casa ou carro melhor? Em um prazer maior?

Todas são válidas. São boas, desejáveis, e qualquer pessoa com algum juízo desejaria qualquer uma dessas. Se puder ter todas então, nem se fala. Quem não quer ser bonito, rico, viajado e bem relacionado?! Tudo bem, não vamos tãão longe. Basta ter uma família que te ama, um emprego que se encaixe bem com seu perfil, alguns bons amigos, e umas fériazinhas supimpas uma vez por ano.

Bom, você pode me chamar de ambiciosa e desasossegada, mas eu acho que poderíamos desenvolver melhor esse ideal de vida.

Primeiro, porque essa idéia significaria que mais de 6 bilhões de pessoas vão trilhar o mesmo caminho ao longo da vida. Poderíamos até escrever um roteiro simplificado: nascer, crescer, estudar, escolher uma profissão, namorar, casar, ter filhos, continuar na profissão, ter netos, quem sabe bisnetos, e morrer. É um bom roteiro, mas longe de ser um fim relevante em si mesmo. Você pode tomar decisões diferentes em cada etapa, mas no final das contas só vai ter trilhado a mesma rota que todo mundo está trilhando.

Segundo, porque essa idéia é limitada. Se considerarmos as religiões mais expressivas, com maior número de seguidores, seja cristianismo, islamismo, judaísmo, espiritismo, budismo, todas consideram a questão da vida após a morte. Você pode até não querer pensar muito nisso, mas no fundo deve saber que faz muito sentido. Dificilmente uma idéia seria tão difundida se fosse completamente infundada. E se essa tal vida existe, e seja realmente consequência das nossas escolhas nessa vida de cá, nosso planejamento de vida deveria incluir ela também. 

Terceiro, bem lá no fundo, mesmo que a gente não perceba ou não consiga colocar em palavras, parece que a gente quer mais. De onde vem os filmes que nos arrepiam, sejam épicos ou de guerra, os livros que nos prendem ou  a paixão por torcer? Parece que todos temos um certo anseio por viver com mais paixão, com um propósito. Queremos que nossa vida resulte em alguma coisa especial, não rotineira, comum, carne de vaca. E no meio da jornada, queremos desafios que precisem das nossas habilidades, talentos, nosso potencial. Queremos nos realizar como indivíduos, e não ser apenas mais um ser humano que passou pela Terra, durou uns 80 ou 90 anos, e morreu deixando uma lembrança que durará algumas poucas gerações e finalmente cairá no esquecimento. Mas não sabemos ao certo como termos uma vida diferente dessa.

Diante de tudo isso, parece que resolvemos simplificar as coisas. Fizemos um projeto de vida que pudesse ser controlável, simples, e humanamente possível de ser vivido. Pode não ser tuuudo aquilo que esperávamos, mas não é de todo ruim. Tipo, mais vale um pássaro na mão do que dois voando…

Mas esse não é o fim da história. Na verdade, existe outra história para ser contada. Existe uma possibilidade de viver com significado. Existe um propósito que compensa todos nossos esforços. E ele vai muito além de uma faculdade, uma carreira ou até de um casamento. Ele inclui tudo isso, mas é ainda mais profundo e empolgante. Na Palavra fala que Deus escreveu todos os dias da vida da cada de um de nós antes de nascermos. Ela também fala que fomos criados como o masterpiece da criação, e que Ele deu a cada um uma capacidade especial para que pudéssemos realizar um trabalho significativo aqui na Terra, com resultados que não só repercutiriam aqui como também na eternidade. Ela fala que essa vida que Ele planejou está escondida no Filho dele. Aliás, foi ele quem provou que essa vida existia, quando desceu e viveu ela aqui, no meio de nós.

Não sei que idéia você tem de Deus. Ou do que pensa ser o significado de viver uma vida com Ele. Mas acho que pelo menos 90% da humanidade entendeu tudo errado. Colocaram Deus na igreja, nos ditados, nas doutrinas do ”isso pode e aquilo não pode” e mandaram ele ficar quietinho lá, como se isso fosse possível. Se você não conhece Ele, vá atrás! Leia as palavras que ele deixou para trás, procure alguém que possa te esclarecer (eu ainda estou aprendendo muito, mas me ofereço), não fique aí parado pensando que Ele não se importa ou perdeu a capacidade de se relacionar com os seres humanos. Quem perdeu a capacidade de se relacionar fomos nós. Ele não é algo cósmico e intocável. Ele é a própria fonte de vida, a personificação de tudo o que é bom, emocionante, justo e perfeito. Totalmente disponível para quem desejar ter um tête-à-tête com Ele, e pronto pra dar a Vida a quem quiser receber.

Não vou me estender mais, então please, pense nisso. E quero fechar com um video, porque como muitos já sabem eu sou super fã de videozinhos, mais fã ainda de filmes, e mais mais fã ainda de Transformers 2, que assisti hoje. E super compensou a muvuca fubá da fila do cinema. Achei o filme muito, muito bom. Conseguiu superar minhas expectativas, que já eram altas. Aproveitem e até o próximo post ;)

Abraços……………………………………:)

Pondo o papo em dia

Oi people,

Ahhh…gente, estava com saudades de escrever por aqui! Mais de um mês sem aparecer, a não ser por algumas participações esporádicas e obscuras nos comentários, pode? Que tipo de blogueira desalmada some sem dar satisfação? Aparentemente, o tipo imprevisível e meio lerdo…rsrsrs

E a vida passou, não é? Os dias voaram e nesse meio tempo aconteceu de tudo um pouco. Primeiro teve o frio. Não sou uma grande fã das baixas temperaturas e andei passando mais raiva do que gostaria nos últimos dias gelados. Visualiza: eu andando com três blusas, uma calça de ginática por baixo da calça jeans e duas luvas rumo ao meu estágio, que coincidentemente fica no lugar mais frio de um dos bairro mais frios da minha cidade. E minhas mãos não esquentam, nem com reza brava. Inverno tem suas vantagens (roupitchas legais, comidinhas boas, dormir debaixo de (2) cobertas), mas para quem acorda cedo, estuda à noite e tem mãos com vontade própria, ele só dá certo com temperaturas bem amenas. Caso contrário, eu continuo na torcida para a primavera chegar mais rápido.

Mas nem só de inverno se faz junho e nem só de reclamações se fizeram minhas últimas semanas. Fui abençoada de tudo quanto é jeito, desde sapatos foférrimos até bons e imerecidos resultados na faculdade. E sim, desde de fins de semana bubbles com a família até tempo para assistir jogos de futbol e tênis e ainda torcer para o time ou jogador que ganhou (considerando meu histórico como torcedora, praticamente um milagre). Tive muita correria mas também tive experiências boas, e não foram poucas. Realmente fico besta com a bondade de Deus e com o fato dela não depender das minhas atitudes ou do meu esforço.

                                                    xmen-origins2

Dentre as coisas boas tive meus momentos pipocas. No cinema eu assisti Wolverine, e se você ainda não viu, corre lá que ainda dá tempo, porque o filme é muuuito bom. Eu gosto da saga X-Men e o filme não me decepcionou. E convenhamos, que dia o Hugh Jackman iria me decepcionar?! Never! Meu bem, um homem daquele salvaria qualquer filme. E ainda tem o Ryan Reynolds que está, assim, um must (à esquerda, na foto). Mas comentários femininos à parte, o filme é realmente muito bom. E na linha de ação, estou esperando Transformers - A Vingança dos Derrotados estrear, porque se for no nível do primeiro, vai ser excelente e com certeza vai merecer minha presença nas cadeirinhas vermelhas e empipocadas do cinema.

                                                               bride_wars 

Mudando para girlie movies, assisti na semana passada Noivas em Guerra e a-do-rei. A história, a escolha das duas atrizes, achei super fofo. E ri até. Altamente recomendado para dar uma relaxada e ver com as amigas (hum…ainda tem algum homem aí? Hoje este post está impossível!)

Não vou me estender muito porque eu (ainda) não estou de férias e não dá para fazer muita graça com o horário. De qualquer maneira, obrigada a todos que foram persistentes e sempre deram uma passada por aqui para saber se eu tinha ressuscitado. It’s good to be back :)

Abraços e boa noite………………………: )

Celine Dion, Il Divo e minha porção de encanto

Oi gente!

Hoje meu tempo está um tanto quanto curto, mas quero tirar um tempinho mesmo assim para postar.

Ultimamente meus dias tem sido beeem corridos, e não raramente eu me pego estressada com tudo o que eu preciso fazer mas ainda não fiz. Enquanto eu faço uma coisa, já tem outras nove na fila. E não adianta tentar ignorar – elas não vão embora. E quanto mais tempo elas ficam na fila, mais gigantes elas ficam na sua mente. Pode ser um trabalhinho besta de faculdade valendo uns poucos pontos. Quando você vê, já está sonhando com a coisa, querendo matar o professor, lamentando pela milésima vez não ter feito a coisa quando o professor passou (e não um dia antes do prazo). E sabe o que é o mais engraçado da história? Quando você finalmente se vê livre da obrigação, você percebe que ela era infinitamente menor do que parecia. E eu realmente quero dizer infinitamente. Um mês depois, você nem lembra mais do assunto. Uma perspectiva diferente pode poupar muitos neurônios.

De qualquer maneira, a gente precisa ter algumas vias de escape para não pirar. Academia, sonequinha (vulgo banza), assistir tv, ler um livro, cuidar de plantinhas, tomar sorvete, tocar violão, e por aí vai. Cada um sabe o que relaxa e dá uma recarregada na bateria para render mais nas obrigações. E isso é essencial para saúde – todos os tipos de saúde.

Uma das coisas que me relaxa e que realmente deixa meu dia mais colorido e bubbles é ouvir música. Música é tudo de bom, e não por acaso eu dedico uma categoria de posts só pra ela aqui no blog.

Hoje eu quero postar uma música que eu adoro, e que já estou ensaiando por aqui há algum tempo. Quem canta é a Celine Dion, que tem uma voz maravilhosa, e não por acaso é reconhecida com umas das maiores cantoras da história (e a mais bem sucedida), e o quarteto Il Divo, que é maravilhoso! Para quem não conhece, são quatro rapazes – um suíço, um americano, um francês e um espanhol – que cantam músicas que vão do clássico ao pop. Eles cantam muuuuito bem, e são muito fofos. Combinação perfeita ;)

A música, I Believe in You, está na trilha sonora de O Rei Leão, que praticamente só tem música boa. Ela é cantada parte em inglês e parte em francês, e a letra é linda. Compensa dar uma olhada.

Linda, não é? Acho que eu não saberia explicar com exatidão, mas acho incrível como as coisas belas e boas tem poder de acender um fagulha dentro de nós, é como se encontrássemos aquilo para o qual fomos criados. Para mim é como um oásis, uma porção de encanto no meio de uma vida boa, mas repleta de imperfeições. Como se fosse um gostinho da vida eterna aqui, na terra. Sombras de coisas que virão.

Fico por aqui cheia de inspirações para minha quarta-feira…boa semana e até o próximo post….:)

Frostie rocks!

Oi galera!

Hoje temos mais um momento bubbles aqui no blog. No último final de semana meu irmão estava pesquisando uns vídeos no youtube e encontrou um achado (ignore a redundância). O nome do artista é Frostie e ele é tão totalmente excelente que merece um post para chamar só de seu. É sério gente, arrisco dizer que ele é o melhor dançarino que eu vi nos últimos tempos. Sua interação com a música, sua carinha serelepe e, principalmente, sua variedade de passos são demais. Deixa muita gente no chinelo. E não se engane, ele não é mais um artista amador tentando a sorte por aí. Nosso amigo penado já tem myspace e está bombando até na TV.

E a música é tudo de bom. Twist it (Shake Your Tail Feather) é do Ray Charles, que é um artista que até dispensa comentários. Bom, na verdade não dispensa não. Afinal de contas, o que é bom merece ser comentado, então qualquer dia desses ele aparece por aqui também. Mas hoje só cabe uma estrela no palco. Então aproveite o show =)

Bom meio de semana para você :)

Abração e até o próximo post…………….:)

O que podemos aprender com Susan Boyle

Oi gente!

Hoje eu estava pensando em algumas coisas que gostaria de postar no blog, e me lembrei de uma que não poderia ficar de fora, já que se trata de um dos assuntos maaaais comentados da última semana. Sim, minha gente, quem senta na cadeira de honra hoje é a senhorita Susan Boyle, que deixou tooodo mundo boquiaberto com uma apresentação pra lá de surpreendente no programa britânico Britain’s Got Talent. Acho que a essa altura do campeonato todo mundo já viu o vídeo, mas recomendo ver de novo. Só hoje eu já vi duas vezes.

Diante disso, só uma passagem me veio na mente e no coração…

“Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes; e Deus escolheu as coisas vis deste mundo , e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são; para que nenhuma carne se glorie perante ele.”(1 Coríntios 1:27-29)

Realmente, sinto como se Deus estivesse dando um tapa com luva de pelica em todos nós. E sabe por que? Nem tanto pelo motivo mais óbvio: para aprendermos a não julgar os pobres coitados que aparentemente não tem nada de bom para oferecer pro mundo. Acho que ele tem algo mais profundo e difícil pra nos ensinar. A verdade é que diante da bondade, da misericórdia, da beleza, da justiça e de toda a perfeição de Deus, todos nós somos pobres coitados. Sem dúvida, com toda nossa pompa e estilo, não chegamos aos pés da perfeição do Criador. Fico pensando que quando Deus olha para gente, de dentro pra fora, ele deve nos enxergar como nós enxergamos Susan Boyle. E sem a voz maravilhosa, ainda por cima. Mas ainda assim ele nos ama. A história da humanidade com Deus poderia ser escrita como A Bela e a Fera. E nosso papel, meu amigo, é de Fera.

Mas não fique triste, aí vai uma música para te inspirar a buscar a beleza não nos moldes humanos, mas na perspectiva de Deus.

Something Beautiful – Jars of Clay

If you put your arms around me, could it change the way I feel.
I guess I let myself believe that the outside might just bleed it’s way in.
Maybe stir the sleeping past lying under glass.
Waiting for the kiss that breaks this awful spell.
Pull me out of this lonely cell.

Close my eyes and hold my heart.
Cover me and make me something.
Change this something normal into something beautiful.

What I get from my reflection isn’t what I thought I’d see.
Give me reason to believe you’d never keep me incomplete.
Will you untie this loss of mine, it easily defines me.
Do you see it on my face.
That all I can think about is how long I’ve been waiting to feel you move me.

Close my eyes and hold my heart.
Cover me and make me something.
Change this something normal into something beautiful…

And I’m still fighting for the world to break these chains.
And I still pray when I look in your eyes.
You stare right back down into something beautiful.

Close my eyes and hold my heart.
Cover me and make me something.
Change this something normal into something beautiful…

Se o inglês estiver meio enferrujado, dá uma checada na tradução.

Bom, eu queria colocar mais coisitas, mas se colocar tudo em um post só você vai sair daqui vendo tudo mas não lembrando de nada. Então ficamos por aqui mesmo. Até o próximo post, e bom resto de fim de semana :)

Abração………………………………….:)

Coisas do coração

Oi gente…

Estou pensando, pensando e pensando em como começar esse post. Infelizmente nem sempre as palavras acompanham a rapidez e a riqueza dos pensamentos. Estou naqueles momentos em que eu sinto que eu tenho tanto para falar que não sei se vou conseguir me expressar como gostaria. Mas vou tentar.

4_amigas

Bom, vamos começar pelo mais fácil. Acabei de assistir um filme muuuito fofo, que se chama Quatro Amigas e um Jeans Viajante 2. Se você nunca ouviu falar deve estar se perguntando: Isso é nome de filme?! Já tem até continuação?!?! Bom, a resposta é sim e, bem, sim. Inclusive a tradução do nome para o português foi quase literal, então não, não foi nenhuma obra criativa dos tradutores brasileiros. Eu já tinha amado o primeiro, e fiquei toda empolgada quando vi que o segundo tinha saído. Estava planejando ver esse filme há meses e hoje pus fim à minha espera, e não me decepcionei. O filme é lindo, e eu chorei mais de uma vez. Aliás, eu chorei mais de uma vez nos dois filmes, até em momentos que a maioria das pessoas talvez não choraria, e fiquei pensando o porquê. Aparentemente é só mais um típico filme de menina fofo e romântico (categoria que a-do-ro, por sinal), que fala da amizade de quatro meninas (Tibby, Bridget, Lena e Carmem). Mas ele tem um algo a mais, e foi isso que realmente me fez parar e pensar.

Sabe qual é a diferença dele? Ele não mostra apenas amizades, desilusões, primeiro amor e expectativas. Tem tudo isso de sobra, sem dúvida. Mas com toda a carinha de filme leve e superficial ele consegue ser muito profundo com certas questões que poucos filmes exploram hoje em dia: as coisas do coração. Você não apenas vê a atitude das personagens, você realmente entende como elas se sentem, seus medos, anseios, dores, e alegrias. A autora dessa série fez um trabalho maravilhoso que te permite vislumbrar a parte mais profunda das quatro personagens principais. E eu entrei na história…eu chorei com a decepção da Lena, chorei com a dor da Bridget ao lidar com questões de família que até então ela desconhecia, e antes que você pense que o filme é só tristeza, devo também dizer que chorei com a alegria da Carmem ao finalmente se permitir ser quem ela é e com a descoberta da Tibby de que o amor é um risco que vale a pena. É como se eu pudesse tocar na parte mais vulnerável e mais rica das quatro personagens, e pudesse entender exatamente como elas se sentiam.

Agora me diz, por que isso tudo soa tão desconecto da realidade? Por que isso parece estar à milhas de distância da minha puxada rotina que eu retomo amanhã? Por que a vida, no final das contas, tem muito mais a ver com o que você faz do que com o que você sente? E por que só de fazer essas perguntas eu me sinto excessivamente “viajante”?

Acredito que o ponto de partida seja a própria maneira como fomos criados. Acredito em um Deus que tem um coração, não em algum senhor de idade que criou o universo há alguns milênios atrás e desde então se relegou à posição de mero espectador. E acredito que quando ele cria cada pessoa, ele entrega um presente. Ele entrega um coração que é capaz de sentir, criar e se relacionar, um pedaço da própria vida dele em nós. Só que desde que o ser humano se desconectou de Deus ele aprendeu a viver menos com o coração, e mais com as questões “práticas” do dia-a-dia. Ele se limitou àquilo que ele pode ter controle. Não que ele tenha virado um robô ou algo do tipo, até porque se isso fosse verdade não teríamos mais música, artes, casamentos, e tantas coisas que saem essencialmente do coração. Mas até nisso ele deixou o coração passear só até onde não representasse risco e sofrimento, até o limite da conveniência. E talvez esse seja um dos motivos pelos quais vemos tantos divórcios hoje em dia.

De qualquer maneira, todos nós temos um coração. E ele é muito vulnerável mas também muito rico, e a própria consciência disso pode fazer diferença entre ter uma vida significativa ou uma mera sucessão de estágios mais ou menos planejados e com sorte, bem-sucedidos. Deus tem me ensinado a dar a esse fato a mesma importância que Ele dá. E esse é um aprendizado de uma vida.

“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.” (Provérbios 4:23)

“…porque o SENHOR não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o SENHOR olha para o coração.” (1 Samuel 16:7)

Bom, fico por aqui pensando nisso. Abração para todos e até o próximo post……:)

Bubbles

Olá people!

Hoje eu pensei…hum…estou precisando postar. Mas sabe aquele dia em que você não tá afim de escrever nada sério, nada imprescindível? Pois é, hoje é o dia. Estou em um momento bubbles (que em inglês significa “bolhas”). É um termo que eu acabei de inventar (eu sei, estou com tempo) pra definir aqueles momentos, dias, objetos, fotos, filmes ou qualquer outra coisa existente sobre a face da Terra que seja divertido, leve e despretensioso. Agora há pouco, por exemplo, eu compus meio que totalmente sem querer uma música cuja letra são os números de 1 a 12 em inglês. Totalmente bubbles.

Então aí vai um compilado de coisitas boas, engraçadas, nonsense, ou simplesmente bem boladas, que eu tenho adicionado nos meus “Favoritos” há algum tempo e que merecem ser compartilhadas com o mundo. Ou pelo menos com quem acompanha o blog :)

Eu não sou exatamente a maior caçadora de novidades do planeta, então eu fico feliz quando acho blogs que me mantem atualizada com todos os tipos de new stuff que aparecem por aí. Um deles é o Bem Legaus! que você provavelmente já viu lá no Yahoo Posts. Muito bom, vale a pena visitar de vez em quando.

Estas são algumas coisas que eu vi por lá e achei muito legaus…

Chá de Cadeira – um banquinho descolado

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E uma rede chiquérrima em formato de onda

rede_onda1

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Hummm…vidinha mais ou menos do mocinho dessa foto, hein? Tudo bem gente, a gente chega lá.

Até onde eu me lembro eu nunca coloquei vídeo de propaganda aqui. Acho que chegou o momento de estrear, e com estilo e muita comédia. A propaganda é da Heineken, e o nome é euforia. O título realmente diz tudo.

E por último, mas não menos importante, temos uma música tudo de bom. Eu já conhecia a música há um bom tempo, e você muito provavelmente também conhecia, mas o vídeo foi novidade. As dancinhas do vídeo são o máximo, tudo a ver com o ar feliz e contente da música. É super bubbles.

Bom gente, por hoje é só…

Abraço e até o próximo post………………………….:)

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